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viagens


12:42 pm, iulo
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você pinta como eu pinto?

Num dia de dezembro, lá em Belo Horizonte com a pequena e os amigos mineiros, fomos na feira do Mineirinho. No andar de cima tinha um rapaz que vendia uns quadros.

Num canto, encostada na parede havia uma pilha de quadros retangulares, compridos, com umas coisas de metal no meio da tela. Eram bonitos, mas eram todos muito parecidos, com alguma variação somente na distribuição dos tons pastéis.

Percebendo que olhávamos para essa pilha em especial, o todo bonito vendedor fez um ar de super-entendido-de-todos-os-assuntos-do-universo (sério, queria muito que vocês vissem o ar daquela pessoa) e começou uma bateria de perguntas:

- O quadro é para qual cômodo da casa?
- Qual é a cor do seu chão?
- Qual é a cor da sua parede?
- Qual é a cor da sua mesa?
- Qual é a cor do lado de dentro do seu estômago?

Minha amiga, sem escolha, respondeu as perguntas. O cara virou-se para a pilha de quadros e começou um pequeno ritual:

*Foi passando os quadros como quem folheia uma lista telefônica.

*Parou num quadro igual a todos os outros.

*Segurando o quadro e como se as palavras saíssem da boca de Gandalf, O Branco, proferiu: ‘Esse aqui’.

*Continuou segurando o quadro, com cara de comedor que tá impressionando as gatinhas na balada.

[ ! ]

O detalhe, já não bastasse o constrangimento daquele momento, é que minha amiga já tinha ido lá antes e o cara fez as mesmas perguntas e a mesma pseudo-seleção com ar de contemplem-pois-sou-arquiteto-pirocudo-formado-em-harvard.

Eu fico imaginando quantas coisas aconteceram na vida desse rapaz para ele acreditar que essa é uma técnica super avançada de venda e convencimento. Se a gente respondesse que o quadro era para o banheiro de chão rosa com paredes verdes ele teria apontado para o mesmo quadro.

Eu prefiro acreditar que ele estava trollando conosco e saiu de lá para beber com os amigos e caçoar da gente numa mesa de bar.


11:26 pm, iulo
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petrópolis

Viajar é divertido. Especialmente quando, ao sair de casa (faltando uma hora e meia para o embarque), você percebe que perdeu a sua carteira (com todo o seu dinheiro, cartão de crédito e documentos) e tem de viajar usando uma carteira de identidade de 10 anos atrás. Daí você cancela seu cartão de crédito e na volta descobre que a carteira estava o tempo todo tirando um cochilo na sua cama, embaixo de um edredom e que só não foi achada porque você é um idiota agoniado. Meu nome é iulo, muito prazer.

Sobre Petrópolis

Enfim, voltei da viagem e achei a cidade agradável. Não tão bonita quanto eu imaginava, mas bem legal. O resumo da história de Petrópolis é que, em 1822, D. Pedro I encantou-se com a região e lá comprou uma fazenda onde pretendia construir um palácio de verão (sim, um lugar onde a família imperial passaria os verões). O plano só foi concluído em 1847 por D. Pedro II, que passou muitos e muitos verões na cidade - daí, Cidade Imperial. Ah, Santos Dumont também morou lá.

D. Pedro I ganhando uma bitoca minha e o amigo Naka achando erótico. Esse fecho de luz LINDO vocês agradecem às habilidades fotográficas da pequena ¬¬

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11:09 am, iulo
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4 motivos

É verdade que não tenho atualizado isso aqui com tanta frequência, mas a culpa é (1) da preguiça – dá trabalho ter um blog que você não faz idéia; e (2) dos livros: tenho ficado acordado além do permitido lendo o livro Freakonomics - o qual eu recomendo a vocês com toda a minha malemolência displicente. O mais legal de ler esse livro, é que as pessoas ao meu redor sofrerão um tanto mais, haja vista que a leitura dele aumenta um pequeno bocado o meu já natural espírito contestador (sofram). Enfim, ler me tira da internet, logo do blog e também do Twitter.

Ah, a copa (3) também tem contribuído muito para o meu distanciamento nerdístico. Fiquei com dor nas costas de tanto tempo que passei deitado no sofá todo troncho gritando para qualquer seleção que fizesse gol (é por isso que no dia-a-dia eu não torço para time nenhum, eu sou muito vira-folha, cara).

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12:00 am, iulo
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por sinal

Eu tinha esquecido de contar sopre o japônes careca sem-vergonha que me apareceu na viagem pro Rio, em maio. Mas aí hoje eu lembrei, porque amanhã tô indo pra lá,again, só que dessa vez à trabalho. E, assim, viajar à trabalho é meio ruim, saca? Porque as cidades (como Maceió da última vez) são lindas e tudo, mas o esquema é super-cansativo. Porque você chega no aeroporto e vai direto para a empresa cliente/fornecedor da vez e fica lá o dia inteiro resolvendo as coisas e tal, e quase sempre sai bem além do seu horário normal de trabalho, afinal, as poucas horas no local têm que ser aproveitadas até a exaustão máxima do ser. Aí tarde da noite você pega um táxi da tal empresa e vai pro hotel. Aí não é bem a sua casa, saca? Ele até fica de frente pro mar, mas aqui em Salvador também tem mar, e eu meio que trabalho praticamente dentro dele, com sal na boca e tudo. 

Então ficar hospedado em hotel de frente pro mar não é necessariamente a oitava maravilha do mundo or something. Eu nem choro, nem nada. Especialmente quando você está cansado pacas, e já tá escuro, e você só quer saber de dormir, e esqueceu o shampoo. E hotel, por melhor que seja, sempre tem aquele cheiro de casa de avó, sabe? Cheiro de lençol guardado há muito tempo. E você ainda não tem as manhas emacetes com o ar-condicionado, para saber que momento ele vai ficar brutalmente gelado de acordo com uma escala x de tempo; daí você acaba indo dormir com calor e acorda de madrugada quase congelado - praticamente sem pinto. 

Ah, sem falar no sempre presente pânico de ser violentado durante a noite por algum funcionário inescrupoloso que eventualmente tenha acesso à chave do seu quarto. Ainda mais se tratando do Rio, né?, que o exército pode querer te entregar para os traficantes da facção inimiga. E baiano não é um povo assim muito querido, tipo, vida afora.. então, vai saber? Baiano só é lindo na sua própria terra. Aquela coisa; quando nego fala “ah, vamos pra Bahia!”; é aquela alegria, um fusuê, tipo “êeba, vamos para a Bahia, ver um monte de baiano, se esfregar nos baianos, suar com os baianos, passar acarajé no cabelo, vamo, vamo!”. Mas aí, quando tem aquele lance de “olha, tem um baiano vindo pra cá”, aí a galera já não tá mais tão na vibe assim. “Ah, baiano, gente? Aquele sotaque, aquele ser malemolente e com cheiro de moqueca de camarão? Ahh, o Caetano tava aqui semana passada já.. sei não, hein? Ihh…”. Baiano só é lindo quanto há muitos exemplares juntos e som alto, pipocando. Ou então com mar. Baiano com mar é uma obra de arte. Esplêndido. 

Mas então, em maio tava eu lá no pão-de-açucar com a magnânima patroa, vendo um monte de plantinha e ventinho e pedrinha e andando de bondinho. Tirando fotos, claro. Foto vai, foto vem. Eu tiro uma dela, ela tira uma minha. Aí passa o sem-vergonha do japônes careca, de mochila nas costas, que pergunta algo como “do you wanna help?, i can take a picture of you two”. Eu respondo um “oh, no, thanks, it’s ok” e sorrio simpaticamente. Ele faz aquela cara de quem está retribuindo a simpatia (afinal, ele nem sabe o que é um baiano, nem do que somos capazes), vai andando e larga um: “she is pretty, man!”. 

Pô, japa? Eu sei que ela é, né? Mas aí eu fico meio sem reação; nem deu pra largar o automático “i know, i know”. Porque só no Rio de Janeiro, em cima do pão-de-açucar, é que você encontra um japônes de cabeça raspada falando (para você, o que é melhor) que sua namorada é bonita. Pior, só um japônes careca e sem-vergonha fala para você algo sobre sua namorada e conquista sua simpatia. Mas foi bom. Se você tiver lendo, japa, obrigado. Deve ter garantido o bom-humor da pequena pelo resto do dia - elogio internacional, coisa e tal. Mas assim, da próxima vai ter troco e eu solto um “thanks, weird bald japa safadão”, seguido de um fluxo quente de dendê no olho. E tenho dito.


12:00 am, iulo
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selvagem

Eu nem vou falar das coisas óbvias e sensacionais: o Rio de Janeiro é lindo, o bondinho é uma engenhosidade brilhante - não fui no Cristo porque a área onde fica o bondinho já violenta os seus olhos com uma quantidade suficiente de montes verdejantes para uma única viagem. Mas essa ida até lá me trouxe problemas graves: os primos da minha ilustríssima pequena tinham o jogo Rock Band inteiramente disponível para eu jogar. Cara, eu voltei do Rio deprimido. Eu necessito daquele jogo. Para a minha melancolia bruta e sem rumo, a porcaria do game só existe para plataformas de vídeo-game (PS2, PS3, Xbox 360 e Wii). Eu já não sou lá muito fã de video-game como nos tempos da minha infância/adolescência. Portanto, não justifica gastar 1.500 reais para comprar um Xbox, sem falar nas outras centenas de reais necessárias para comprar o Rock Bandem si (outro vídeo aqui). 

Para quem não conhece ou não entendeu, o Rock Band é como o famoso Guitar Hero. Um jogo que simula instrumentos musicais. As faixas coloridas na tela representam as notas/botões que você tem que pressionar para rolar a música. Enquanto o Guitar Hero só possui, obviamente, a guitarra (que é ridícula, por sinal), o Rock Band possui a guitarra, a bateria e um microfone (se você tiver mais uma guitarra, ela ainda pode funcionar como baixo). Mas a grande sensação do jogo, pra mim, é mesmo a bateria. Eu que sempre achei o instrumento algo impossível de tocar para uma pessoa tão sem coordenação motora e noção espacial, chorei só de poder fingir e me iludir que omenino não é tão difícil assim (na verdade é). Enfim, diversão garantida, vontade louca de comprar um só pra mim e a razão me dizendo calma, criança, calma. Bom, agora só resta esperar que saia uma versão do jogo para computador (não faço idéia de porque raios ainda não existe) ou seja, uma versão que não me obrigue a comprar um vídeo-game. Ou não. 

Bom, já que o Rock Band representa um custo muito alto para uma diversão limitada (haja vista que eu não iria utilizar todo o potencial de um Xbox, por exemplo), volto minhas atenções para o surto capitalista anterior: Ipod Touch. Tela de 3.5 polegadas, multi-touch, 32 Gb de memória (flash), suporte a música+vídeo e conexão sem fio. Pequeninas lágrimas percorrem a minha face ao ver e desejar esse objeto multi-tudo e mais um pouco. Imaginar-me viajando, esperando a consulta do médico, indo dormir ou dançando a rumba enquanto assisto aos meus seriados favoritos, me causa um mini-orgasmo psicológico. As lágrimas produzidas discretamente pelos meus olhos são quase tão pequeninas quanto o precinho impraticável: 500 dólares.


12:00 am, iulo
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pequeno descanso

Cada dia que passa eu me torno mais vadia, mais traidor dos meus não-ideais. Nem chegou no meio do ano e eu já estive em MaceióBelo Horizonte e agora estou indo para a dengosa cidade do Rio de Janeiro. Munido de 3 litros de repelente, obviamente; e me falecendo de medo de traficantes salafrários (sabe como é, a crise, o sensacionalismo jornalístico, enfim). Domingo estou de volta. Feliz dia das mães para vocês. Não trabalhem muito, porque eu estarei descansando ao sol do Leblon*, tá bom? Juízo e cuidado com os problemas cognitivos. Eles mordem. 

o o o

*Nem sei o nome do bairro que vou ficar, mas é certo que Banco Imobiliário mudou a minha vida ;D


12:00 am, iulo
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backstreet fighter deluxe

O problema em voltar de viagem é que, parece, você tem a obrigação de provar às pessoas o quanto você se divertiu e fez todas as insanidades possíveis em outras cidades e, especialmente, como você gastou todas as suas horas em saídas absurdamente longas e distantes. Assim; você viaja centos mil quilômetros para chegar ao local de destino. Lá, você ainda tem que percorrer outras mil trezentas e quarenta e sete milhas e conhecer 400 lugares pro treco valer a pena? É nessas horas que a misanstropia fala mais alto. Me deixem, hein =) 

Mas vai lá, parem de encher o saco, pois, sim, eu me diverti pacas. Não da maneira que muita gente se divertiria, mas pra mim valeu muito. E agora o ônus de abandonar o blog, não comentar no de ningúem e nem fazer propaganda do meu endereço virtual: número de visitas em franco declínio. No período áureo da minha vida de internet, eram cerca de 50 visitas diárias. Agora estamos indo para 24 e caindo. Uma belezura. Como nem no MSN eu apareço mais, a tendência futura é o exílio generalizado e apocalíptico. 

Sobre a viagem, cabe dizer que, dentre os mongolismos generalizados, eu dei susto em cachorro (com um grito), zerei God Of War IIResident Evil 4, além de ter sofrido um processo de raspagem capilar nas minhas axilas. Literalmente. E eu ainda esqueci de ligar pro Ed. Quando lembrei, me deu preguiça. Nada como possuir uma essência fortemente anti-social. Como ele também a possui, ficamos todos felizes. 

Nota: a rua do amendoim é uma farsa. Ela mente. 

o o o

Hip, hip? Hurra, meu..
De volta ao batente.


12:00 am, iulo
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uai

Arriba, muchachos! Viajo hoje para Belo Horizonte e lá ficarei comendo pão de queijo até o dia 13 de março! Aproveitem suas férias [pausa para risadinha maléfica]. Ou não [pausa para cara sonsa de desprezo]. Eu vou aproveitar as minhas ;D 

O blog vai ficar parado durante esse tempo. Mas já que você está aqui, vai ler os arquivos, ver um vídeo [links lá em cima, ó] ou deixa um comentário abaixo, que eu prometo não responder. Nem sob tortura. Beijo do tio e se comportem, hein?


12:00 am, iulo
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sobre a volta

As pessoas daquela cidade são educadas e formais de maneira excessiva. Sério, vão injetar um pouco de dendê no sangue, minha gente. Em menos de dois dias eu já estava louco pra voltar para a minha terra e ouvir um coléeeeeee, negão? Foi então que me dei conta de que eu nunca fiz o número 2 dentro de um avião. Esta é uma experiência a ser cumprida na próxima viagem. Assim, é básico pô. Todo mundo tem que fazer. Agora, nunca invente de comprar um milkshake minutos antes de embarcar, porque os caras SIMPLESMENTE passam seu copo de Ovomaltine na MÁQUINA DE RAIO X. Isso é uma blasfêmia. Tomara que tenham alterado a composição molecular daquele treco e nasça, sei lá, uma barbatana no meu umbigo. Vou processar o aeroporto e ganhar viagens gratuitas por toda a minha extensa vida. Inclusive, eu preciso parar de assistir Lost. Mas o que eu ia esconder dentro do milkshake, ahn? Só por causa disso vou virar traficante de órgãos. Afinal, quem precisa de shampoo quando se é um rastafari?


12:00 am, iulo
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praias são todas iguais

Eu acho assim, que ser chique custa muito caro. Porque tomar café da manhã no aeroporto (de Salvador, ainda por cima), e pagar DEZ REAIS por um pãozinho delícia, um pão de queijo e um suco de laranja é pedir pra ser violentado. Tudo porque eu não estava afim de tomar café em casa. Eu acho que, assim como o meu bairro tem um fuso horário próprio (o relógio/mostrador de temperatura da bolandeira é o único que está 10 minutos atrasado na cidade toda - legítimo baiano), os aeroportos têm uma inflação toda particular. Legal mesmo é quando ninguém te fala que nem todo hotel tem aquele vidrinho de shampoo e você, já de saco cheio de arrumar mala, não leva o seu. O rapaz da recepção me disse ao telefone que tem no posto de conveniência, ali perto do hotel. Automaticamente me tornei um rastafari. Cabelos lavados só quando retornar à Salvador (mentira, amanhã depois do café eu compro). O melhor de tudo é que na empresa onde estou dando o treinamento tem um monte de meninas bonitas, e quem liga? Eu não ligo. E se essa merda desse ar-condicionado me der outro susto desses, eu nunca mais serei capaz de ter filhos. 

o o o

Olha que ainda tem a volta.


12:00 am, iulo
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oxente

Segunda e terça-feira (21 e 22 de janeiro) estarei em Maceió (AL), trabalhando. O legal é que eu tenho amigos em trocentos cantos do país, e nenhum em Maceió. Uma beleza. Mas se você, ilustre desconhecido, for um leitor de lá e quiser bater um papo comigo, manda um e-mail e marca o local. Porque eu sou um cara muito sociável, saca? ;D 

o o o

Beijo do gordo.


12:00 am, iulo
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Eu não gosto de viajar. Não gosto e pronto. A lógica segue assim: Eu gosto de pessoas. Se as pessoas estiverem longe, eu viajo. Logo: iulo não viaja por causa dos lugares. Não mesmo. Troco 10 dias de viagem turística a algum país qualquer pra ir ali no interior da Bahia, se tiver alguém que eu realmente goste. Não gosto e pronto, caramba. Pra quê ver lugar? Em todo lugar tem lugar. E todo lugar você pode ver. Viajar pra ver lugar é o fim da picada. E não me leve em pontos turísticos.