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09:12 am, iulo
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o elemento eek the cat

Há uma coisa recorrente em filmes e séries que me irrita muito a qual eu chamo de ‘O elemento Eek The Cat’. Se você não lembra, Eek The Cat era um desenho animado onde o personagem principal, Eek, um gato gordo e retardado apanhava o tempo inteiro. Todos os episódios do desenho se resumiam a isso. Eek sempre sendo idiota e apanhando do começo ao fim.

Um outro elemento com a mesma característica é o Wile E. Coyot, do desenho Road Runner, cujo papel no desenho também se resume a apanhar. No entanto, eu gostava desse desenho e não consigo nutrir pelo Coyot o mesmo ódio que tenho pelo Eek. Apesar de apanhar sempre, o Coyot ainda tentava, na medida do possível, ser ágil e inteligente. Já Eek é simplesmente um gato gordo fazendo merda o tempo inteiro.

A questão é: Eek The Cat está presente em inúmeros filmes e séries por aí.

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09:08 am, iulo
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tragédias em grey’s anatomy

Eu gosto muito da série Grey’s Anatomy. É meio de mulherzinha (feministas, relevem!), mas é bem legal. Como essa semana as séries começaram a retornar do seu longo período de férias, estou fazendo o esforço de me lembrar como terminou a temporada anterior de cada uma delas.

Ao pensar em Grey’s Anatomy, acabei me dando conta do TANTO de drama a que os personagens desta série já foram submetidos. Vou tomar como exemplo somente a personagem principal (e mais chata, convenhamos) e listar alguns de seus dramas nessas seis temporadas. Portanto, SPOILER ALERT.

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12:00 am, iulo
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kill me now

São 3h30 da manhã. Depois de anos assistindo Seinfeld - a conhecidíssima série sobre nada -, finalmente cheguei ao último episódio e a única coisa que me veio à mente foi: what the heck was that?! Cara, eu comecei a assistir Seinfeld na minha adolescência, através da extintaDirectv, que reprisava os mesmos episódios over and over. Com a internet a cabo, e-mule e etc etc, comecei a assistir desde o começo, episódio a episódio. Nas madrugadas dos fins-de-semana, sempre assistia 2 ou 3 ou 4 ou 6 episódios antes de dormir, mas depois desse episódio final, simplesmente não tive sono. A série era minha salvação contra o tédio, quando a cabeça estava cansada demais para continuar o livro da vez, quando a paciência para sair já havia se extinguido ou os filmes da locadora não estavam disponíveis - e aí, 9 temporadas depois… 

[SPOILER ON] Os 4 personagens principais terminam presos por causa de uma lei recém-criada que buscava punir qualquer pessoa que não ajudasse outra que estivesse “em apuros”. No caso, os protagonistas nada fazem para ajudar um gordinho que está sendo roubado, numa demonstração máxima do sensacional egoísmo e indiferença tão presentes na vida deles durante toda a série. A segunda metade do episódio final consiste num julgamento ao longo do qual são trazidos inúmeros personagens de histórias ocorridas com os 4 - são as testemunhas e vítimas diretas das divertidas loucuras deles. [SPOILER OFF] 

Vá lá que deve ter rolado alguma idéia supostamente genial por parte dos roteiristas (yeah, vamos dar um tom completamente surreal à coisa, vamos fazer troça, todo mundo vai entender), uma vontade de transcender a ironia - e isso seria totalmente aceitável numa excelente série que se baseia justamente na ironia e no sarcasmo em relação às pequenas coisas do dia-a-dia. But you know what? I DON’T GET IT

Porque aí é que está: a graça da série residia justamente na sutileza surreal e sarcástica com que as coisas habituais eram tratadas. Esse final esdrúxulo deixou as coisas simplesmente mórbidas e secas. Eu assisti ao episódio angustiado, esperando o final chegar para que oJerry finalmente despertasse daquele pesadelo (o que seria um final rídiculo para a sitcomhumorística de maior sucesso já existente, mas ainda assim mais tragável do que esse desfecho forçado e sem sentido). Na boa, o final da série conseguiu ser pior do que o deDawson’s Creek (hahahaha, outro trauma, não vou nem falar à respeito). 

Eu sei, eu sei, é absurdo eu estar falando assim de uma série que terminou há 10 anos atrás. Mas, cara, eu tô sentindo um vazio, assim, no peito, sabe? 

o o o

Vou dormir. Espero que amanhã esse sentimento tenha ido embora e que eu entenda ou aceite tudo. Sério, eu tô puto.


12:00 am, iulo
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no irony for you

Cara, eu acompanho House desde a primeira temporada e nunca conseguia me lembrar qual papel marcanteHugh Laurie já tinha feito. Todo episódio era assistido com aquele sensação: de onde eu conheço esse cara mesmo? Agora destruiram tudo: li em algum canto que ele é o pai-mongol do filme Stuart Little. E aí embranqueceu-seaquele flash mágico na minha mente… putz! 

Sério. Acabou. Perdeu todo o sentido. Toda vez que eu olhar para a cara do bruto doDr. House vou imaginá-lo falando: um little hey, um little rá, um little aqui, um little lá… whatever, whatever - seja lá que babaquice era aquela. Vou passar o fim de semana em crise. Quero minha mãe. 

o o o

Hei de comprar uma cobra naja só para alimentá-la de ratinhos brancos vestidos com mini-roupas coloridas. Morram ratos emos das profundezas.


12:00 am, iulo
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desktop

É fogo. Minha mãe gosta de séries de TV tanto quanto ou mais que eu. Daí tô eu todo feliz dizendo a ela que achei um jeito de baixar todos episódios deDr. House, coisa e tal; ela vira pra mim com o maior desprezo e diz: é, você quer tomar aulas com um professor novo…

Affe maria, nem minha mãe acredita que agora eu sou um menino gentil. Pra quem não assiste, o tal do House é um médico pedante, sarcástico e mau-humorado =] Pra quem quiser assistir eu tenho as temporadas 1 e 2 no computador, e tô baixando a terceira. Basta me dar alguns cd’s ou um HD que eu copio. 

Outra. Inicialmente eu tinha ficado louco pela Dr. Cameron (Jennifer Morrison), à direita. Que até tinha virado meu papel de parede. Linda. Especialmente quando ela coloca os óculos e faz aquela cara de menina boazinha. Daí então, surge a ex do Dr. House: Stacy (Sela Ward), do lado de cá do post. CARACA. Ela é estonteante. E coroa. Não sei nem o que é que ela faz com meus neurônios. Ela tem um charme inexplicável (não, nada a ver com a pele clara e o cabelo escuro, que é isso). Pronto. Não quero mais saber de Jennifer Morrison. 

Será que rola de eu achar uma coroa gatinha carente por aí? Tudo bem que eu mal tenho 21, mas nunca se sabe. Se a Veja diz que 9 entre 10 mulheres acima dos 40 que ainda não se casaram, não vão se casar nunca… há chances, ué. Se eu encontrasse uma coroa charmosa que nem essa, até medicina eu faria. Ou seria direito?