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nerds


10:13 am, iulo
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big bang anger

Cara, se há uma raça que eu sinto aversão são nerds. E não, eu não estou falando dos nerds legais do Big Bang Theory. Eu estou falando dos nerds do dia-a-dia, dos computéfilos cotidianos. O tipo é fácil de reconhecer pois em toda empresa há um setor de duas letrinhas cheio deles: TI.

Reconhecimento automático: o computéfilo é aquele motherfucker desengonçado que usa roupa social e - wait for it – carrega uma mochila nas costas. Dentro da mochila, a vida do nerd: seu precioso notebook.

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09:57 pm, iulo
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controle câmeras de segurança pela internet

Muitas pessoas, empresas e organizações instalam câmeras de segurança que têm a opção de serem acessadas pela internet. Acontece que muitos esquecem de colocar um login e senha nessas câmeras, tornando-as facilmente acessíveis por qualquer pessoa que conheça o endereço de acesso.

Para conhecer algumas destas câmeras faça o seguinte:

1. Vá até o Google.
2. Pesquise por: inurl:”ViewerFrame?Mode=” -inurl -intitle (ou clique aqui).
3. Clique em qualquer resultado da busca e acesse câmeras de segurança do mundo inteiro. Além de ver as imagens, algumas câmeras permitem controlar o zoom e a direção para onde estão filmando.

_________

Na verdade não há nada muito emocionante para se ver nessas imagens, mas vale pela curiosidade da coisa. Perceba que as pessoas colocam câmeras de segurança para filmar os mais diversos tipos de lugares (como esse aqui).


09:00 am, iulo
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atalhos do teclado

De vez em quando alguém me pergunta qual atalho do teclado eu usei para fazer determinada coisa no computador, então vou colocar aqui os atalhos que mais uso e, assim, mudar o mundo para algo melhor (claro):

NO WINDOWS

  • Windows + D: minimiza todos os programas, mostrando seu desktop. A tecla Windows é aquela que fica entre o Ctrl e o Alt.
  • Alt +Tab: alterna os programas abertos no seu computador. Sim, tem gente que não sabe usar o alt + tab.
  • Alt Gr + W: coloca uma interrogação. Serve para quem tem notebook com teclado doido/desconfigurado/possuído pelo cão (dica da Mini-Sincera, a melhor usuária do Google Xurômi).
  • Ctrl + Alt + P: a Preta Gil formata todo o seu computador.
  • Ctrl + Shift + Esc: abre o gerenciador de tarefas. É o mesmo que apertar Ctrl + Alt + Del e depois clicar no botão ‘Gerenciador de Tarefas’.
  • Windows + E: abre o Windows Explorer.
  • Windows + Pause Break: abre as propriedades do seu computador (aquela telinha onde mostra o processador, memória, sistema operacional etc). O problema é achar a tecla Pause Break.
  • Alt + PrtScn: tira um PrintScreen somente do programa que está ativo e não de toda a tela do seu PC (portanto, você não precisa ficar editando muita coisa depois).
  • Windows + L: bloqueia seu computador.
  • Ctrl + A: seleciona todos os arquivos dentro de uma pasta.

NO GOOGLE READER

  • J: vai para o próximo item
  • K: volta para o item anterior.

NO NAVEGADOR

  • Ctrl + Shift + T: reabre a aba que você acabou de fechar (dica do amigo Japa Sensual).
  • Ctrl + clique do mouse: abre um link numa nova aba.
  • Clique num link com o botão do meio do mouse (aquela rodinha desgramenta também pode ser apertada): faz o mesmo que o anterior.
  • Shift + clique do mouse: abre um link numa nova janela.

ATALHOS NERDS

Você pode chamar rapidamente todos os programas básicos do Windows se souber o nome do executável dele. Para isso aperte Windows + R no seu teclado (é o mesmo que clicar em iniciar -> executar); na telinha que aparecer digite as palavras a seguir (e dê Enter no final) para abrir:

  • Bloco de notas: digite notepad
  • Calculadora: digite calc
  • Word: digite winword
  • Internet Explorer: digite iexplore
  • Paint: digite mspaint

Existem muitos outros atalhos, mas para quem usa o básico num computador, acho que esses são os mais úteis.


08:36 am, iulo
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picture HD
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12:00 am, iulo
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tecnologia da ira

TI é a área mais estressante do mundohttp://idgnow.uol.com.br/carreira

o o o

Nervoso? Eu?


12:00 am, iulo
1 note
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entenda bioshock

nota: esse post não é para os meus leitores usuais. Se você não gosta de video-games, passe para o próximo post! =)

Pra mim Bioshock é o melhor jogo de PS3 até então. Eu não vou ficar aqui defendendo os porquês. Até porque ele não tem os melhores gráficos dos jogos modernos (COD 4, por exemplo, tem gráficos muito mais estupradores) então muita gente iria levantar isso como argumento e a coisa toda perderia o sentido. O fato é que quando você joga concentrado, o game te envolve de uma maneira absurda!

O cenário é envolvente, o som, as armas, os sustos (e são muitos sustos), os poderes e, acima de tudo, o enredo. Ligue as legendas do jogo no menu options. Bom se você quiser uma review completa do jogo (que é de 2007) tem aos montes no google - meu objetivo agora é simplesmente fazer um resumo do enredo, pois, como eu falei, a história é o melhor elemento do jogo. E se você não entendê-lo, não tem graça! E também não vale a pena jogar o Bioshock 2 (que sai em fevereiro de 2010) sem entender o primeiro. 

Nota 1: é um resumão mesmo, e feito de cabeça, então posso errar e/ou omitir partes então nem chorem, nerds chatos flamers do cão. A idéia é só situar você no jogo mesmo.
Nota 2: todos os spoilers do jogo estarão no texto abaixo. Não leia se você não zerou o jogo ainda.
Nota 3: você pode ler a história completa, em inglês, aqui.

Então é o seguinte:


Andrew Ryan

Andrew Ryan era um russo bilionário erradicado nos Estados Unidos que ficou puto com as medidas tomadas pelo governo americano durante a grande depressão. Em 1946, ele decidiu construir uma cidade baseada nos seus próprios princípios, onde só viveriam as “melhores” pessoas da sociedade. Pessoas inteligentes, com bons ideais e etc e tal. Ele queria construir a sociedade perfeita. Com as suas tecnologias insanas, ele constrói essa cidade embaixo d’água e a chama de Rapture. Era uma cidade auto-suficiente, produzia comida, oxigênio, bens de consumo, riqueza e etc etc. 

Julie Langford

Pesquisadora contratada por Andrew Ryan, construiu uma fazenda submarina em Arcadia, que se tornou o pulmão de Rapture. 

Frank Fontaine

Era um rico comerciante em Rapture, que fez ainda mais dinheiro contrabandeando coisas do “mundo exterior” como bíblias e cruzes. Rapture oficialmente não tinha religião (lembre-se sempre que Andrew era revoltado com qualquer tipo de ofensa à liberdade e ao direito pessoal de cada um; então religião entrava na conta). A cidade possuía somente uma porta de entrada (e de saída para o mundo exterior). Frank Fontaine (FF) tinha um apelo muito grande entre as camadas mais pobres da sociedade de Rapture, pois lhes dava atenção. Queria poder. Criava gangues, recrutando “soldados” que faziam bagunça pela cidade ao seu comando. 

*Uma das coisas que Frank Fontaine vendia, eram gravadores de aúdio, que todo mundo usava. Por isso você encontra no jogo várias gravações de pessoas diferentes. 

Bridgette Tenenbaum

Pesquisadora que descobriu a existência de uma substância chamada ADAM, que era produzida por lesmas marinhas e que tinha o poder de curar as pessoas e, além disso, de modificar características genéticas das pessoas. Com a combinação do EVE (que é uma espécie de combustível para o uso do ADAM) as pessoas poderiam ter os poderes que você vê pelo jogo. NO começo, Tenenbaum procurou patrocínio para as suas pesquisas sem sucesso. Somente FF dera a ela a grana necessária para a pesquisa, e logo FF passou a contrabandear ADAM por toda a cidade de Rapture. 

*Dr. Suchong – a partir de agora será chamado de Dr. S - era parceiro de pesquisas de Tenenbaum. Dr. S é quem desenvolveu os plasmids, que são modificações do ADAM que permitiam às pessoas terem poderes (controlar fogo, gelo, ar, telecinese e etc) com a combinação de EVE. 

Little Sisters

Com o uso de ADAM, as cirurgias plásticas se tornaram uma obsessão em Rapture. Com o poder de cura da substância, as pessoas poderiam modificar o que quisessem e ficaram obcecadas com isso. O problema é que o ADAM deixava as células das pessoas instáveis, e lhes causava transtornos físicos (desfiguramento, por exemplo) e mentais, que só poderiam ser corrigidos com novas cirurgias; logo com o uso de mais ADAM. Portanto, FF ficou ainda mais rico vendendo ADAM e os plasmids que davam poderes às pessoas por toda a Rapture. O processo de integração entre ADAM e as pessoas era chamado de “splicing” (do inglês: união, junção, ligação) – daí o nome Splicers que as pessoas recebem no jogo. 

Com esse ciclo vicioso, ADAM se tornou escasso em Rapture. Posteriormente, Tenenbaum descobriu que uma forma de produzir de 20 a 30 vezes mais ADAM eram implantar as tais lesmas em corpos humanos, como hospedeiros. Por um acaso que eu desconheço, as lesmas só se implantavam em meninas de 7 a 9 anos. Daí as Little Sisters. Originalmente elas foram criadas somente para produzir ADAM (aquela coisa de andar com agulhas nas mãos coletando ADAMs vem adiante). 

Frank Fontaine x Andrew Ryan

FF passou a ser uma ameaça ao poder de Andrew Ryan, tanto ideologicamente como na prática, pois FF estava ficando muito rico e querido pelo povo; fazendo oposição aos ideais de Andrew. Além disso, FF era um safadão e queria tomar o poder da cidade. Ele criava gangues poderosas, dando ADAM para seus soldados recrutados nas classes mais pobres. Lógico que ele fazia isso nas escondidas, sem relevar que ele era o malvadão. Andrew Ryan acreditava que FF estava por trás de tudo, mas não tinha provas que ligassem FF ao ADAM e às gangues de Splicers. 

Em um dado momento, puto da vida, Andrew Ryan decidiu implementar a pena de morte para os baderneiros, ladrões, gângsters e etc etc (por isso você vê um monte de gente enforcada pela cidade! Agora tudo faz sentido não é?). Isso causou uma revolta em Rapture. 

Jack Ryan (o personagem que você controla)

Frank Fontaine tava ferrado. Andrew Ryan queria a todo custo meter a zorra nele. Em paralelo, a crise social na cidade ia aumentando. FF monta então um plano reserva. Ele paga para que a amante de Andrew engravide dele sem que ele saiba, coleta o óvulo e cria a criança (Jack). Com alterações genéticas, Dr. S faz com que a criança de 1 ano fique grande como um rapaz de 19 e implanta nele memórias que não existem. Jack é pré-programado para fazer qualquer coisa que peçam a ele com o uso da frase “Would you kindly?” (você poderia gentilmente?). 

Além disso, caso Jack caísse em mãos erradas, foi implantado um segundo comando, o “Code Yellow” que fazia com que os batimentos cardíacos de Jack fossem diminuindo lentamente até que ele morrese (humm, entendeu o que acontece naquela hora? Pois é). Então Jack é mandado para a superfície, com mémorias falsas, sem saber de nada e vive a vida dele numa suposta família até que FF o requisitasse. 

Pausa para reflexão

Tenenbaum começa a sentir peso na consciência por usar as Little Sisters em experiências genéticas e se afasta, criando um orfanato para as meninas. A partir de agora somente Dr. S trabalha e sabe como manipular ADAMs e EVEs. 

E aí?

E aí FF tem um plano: ele finge a sua morte num tiroteio. Seu corpo nunca é achado e ele volta como Atlas, um herói de guerra que é muito querido pelo povo e faz forte oposição a Andrew Ryan. Lógico que você só descobre isso bem depois. 

Bom, com a suposta morte de Frank Fontaine, Andrew se torna um ditador em Rapture, para evitar o caos. Assim a paz social de certa forma estava mantida, mesmo que fosse às custas de um braço de ferro. 

Acabou?

Acabou nada! Na virada do ano de 1959, os Splicers de FF (agora como Atlas) fazem uma revolta total, destroem tudo, matam gente, fazem aquele auê (?) e aí é que se instala a guerra civil em Rapture. E é por isso que a cidade está toda detonada. Como era a festa de ano-novo, é por isso que a galera no jogo usa aquelas máscaras de festa, ou de coelho e tudo mais. Ahnnnnn, ficou feliz agora, né? Sem falar que com o uso constante de ADAM os Splicers iam ficando deformados, portanto, se utilizando de máscaras para esconder a feiúra. 

Andrew Ryan se isola em seu escritório e a cidade passa a ser dividida em duas. Andrew cerca tudo, coloca câmeras, metralhadoras (os turrets, lembra?), checkpoints e toda aquela parafernália a qual você está acostumado a ver no jogo. Uma outra coisa que Andrew faz é bloquear o funcionamento do metrô da cidade (as bathyspheres) para que somente ele pudesse se locomover. A chave para o funcionamento das bathyspheres era o código genético de Andrew. Como na época essa ciência ainda não era bem dominada, acaba que qualquer parente próximo a ele poderia se locomover pela cidade. Por isso o Jack também pode andar por toda a cidade. 

Outro detalhe importante são as Vita-Chambers, que foram construídas por Andrew para que em caso de sua morte ele fosse reconstituído genéticamente através dos ADAMs. Então virtualmente ele é imortal. Assim como Jack, que tem o mesmo código genético. Ótima explicação para o morre/ressuscita frenético do jogo, confesse. 

Bom, com a cidade em guerra, plasmids eram vendidos pelos comerciantes em máquinas espalhadas pelas cidades, armas, munições, kits de primeiros socorros e tudo mais. 

Jack entra em cena

Atlas/FF ativa seu plano reserva: você. Jack é colocado num avião com um presente e um bilhete que diz: “Você poderia gentilmente não abrir até 63* 2’ N - 29* 55’ W?, com amor papai e mamãe”. Esses números são as coordenadas de Rapture. Quando ele abre o pacote, encontra uma arma e (seguindo ordens dadas através do “você poderia gentilmente?”) sequestra o avião e faz com que ele caia sobre Rapture. Aí é que o jogo começa, com você nadando até a entrada da cidade. 

Dr. Suchong

Sem Tenenbaum (que teve ataque de consciência) e sem Fontaine (que estava “morto”), Dr. S era o único conhecedor de ADAM e das Little Sisters. Ele passa para o lado de Andrew Ryan. Com a sempre crescente demanda por ADAM, ele modifica as Littles para que, além de produzirem, elas coletem ADAM dos mortos. As Littles Sisters não poderiam vagar livremente pela cidade atrás de corpos, pois seriam alvo dos Splicers sedentos por ADAM. Daí Dr. S cria os Big Daddies, que são humanos integrados à maquinas fortíssimas. Os humanos que são recrutados para se tornarem Big Daddies perdem suas memórias e seu poder de escolha. Eles só podem proteger as Little Sisters. Como eles só têm esse objetivo, é por isso que você os vê vagando por aí em procura de uma Little Sister para proteger. 

As Little Sisters chamam o Big Daddy de Mr. Bubbles ou Mr. B (o tempo inteiro você as ouve falando isso). Elas foram mentalmente modificadas para reconherem os mortos como Anjos (angels), que é outra coisa que elas também falam muito. Elas usam uma seringa que permite extrair o ADAM dos mortos, injetá-lo nelas mesmas e dentro dos seus corpos transformar a gororoba em ADAM reutilizável. 

É por isso que quando você encontra uma Little Sister você pode escolher entre resgatar (rescue) ou ceifar (harvest) uma Little Sister. Harvest lhe dá todo o ADAM da Little Sister, mas ela morre no processo. Por isso Tenenbaum pede que você as resgate, absorvendo somente ADAM o suficiente para livrá-las da influência psycho da substância – e promete lhe recompensar por isso ao longo do jogo. Mas a escolha é sua e o final do game muda a depender dessa escolha que você faz. 

*Vale lembrar que Andrew Ryan passou a sequestrar as filhas dos cidadãos para se tornarem Little Sisters. Ao passo que Atlas montou um orfanato com esse intuito. 

*Outra coisa importante é que em um dado momento, Andrew e Dr. S lançaram no ar da cidade um plasmid que permitia controlar a mente das pessoas. Por isso muitos Splicers obedecem a Andrew Ryan. 

*Dr. S morre posteriormente num acidente com um Big Daddy. 

Começo do jogo

Ao entrar no elevador de Rapture (que só funciona pois você tem o mesmo código genético que Andrew), Atlas se apresenta pelo rádio e diz que vai lhe guiar em segurança pela cidade e pede para que Jack o ajude a salvar sua família, que supostamente estava presa no submarino (lembra?), que posteriormente é explodido por Andrew. 

Esse assassinato faz com que Jack tenha um motivo para atender ao pedido de Atlas de (“would you kindly”) matar Andrew. Desde o início do jogo Andrew (que não sabe ainda que Jack é filho dele) tenta matá-lo, achando que Jack é um agente da CIA ou da KGB infiltrado na cidade. 

O jogo se resume basicamente a você encontrar meios de chegar até Andrew, para “vingar” a morte da família de Atlas. 

Fim?

Como a coisa é muito grande mesmo, eu vou tentar resumir ainda mais o final: 

Depois você descobre que no submarino não havia família nenhuma de Atlas, isso era só uma coisa preparada para confundir Andrew. Andrew Ryan podia ouvir todas as conversar por rádio entre Jack e Atlas, mas Andrew não sabia que Atlas era na verdade Frank Fontaine. Por isso todas essas historinhas inventadas por Atlas. Além disso, Atlas não queria correr o risco de simplesmente dar a ordem de matar Andrew e ter um Jack insubordinado, tentando resistir à ordem. Por isso a idéia de vingar a morte da família de Atlas: para ter um Jack motivado. 

Andrew só percebe que Jack é seu filho há poucos instantes de você encontrá-lo. O interessante é que nesse momento do encontro entre Jack e Andrew é que você descobre que é uma espécie de escravo. Andrew pede a Jack que o mate. Aqui há controvérsias. Lendo à respeito por aí, existem 3 teorias maiores para a causa dele fazer isso: 

1. A primeira é que ele quis fazer uma espécie de suicídio assistido. Já que a sua sociedade perfeita estava ruindo, ele decide se matar e conta com a ajudinha de Jack para isso. 

2. A segunda é que ele não necessariamente quer se matar, mas já que Atlas vai matá-lo de qualquer forma, ele decide morrer pelos seus próprios termos. Algo do tipo: “ninguém me mata, somente eu”. 

3. A terceira é que ele faz uma tentativa desesperada de libertar Jack do controle mental, através do choque de obrigá-lo a matar o próprio pai. Mesmo que a relação filho-pai não existisse de fato, ele poderia pensar que Jack teria algum tipo de estalo e se libertaria. 

Engraçado, é que qualquer que seja a hipotése ele fica o tempo todo confrontando Jack com a frase “A man chooses, a slave obeys” = “Um homem escolhe, um escravo obedece”. O que me faz crer que num ato de despero as 3 hipotéses são válidas ao mesmo tempo. Acho que um pouco de cada influenciou a sua decisão. Afinal, ele poderia simplesmente ter impedido Jack de entrar no escritório dele, mas como não o fez, justifica a primeira e a segunda hipotéses; mas junto com isso ele pode ter feito também uma tentativa de libertar o filho (e de troco ganhar uma vingança contra Atlas quando Jack se desse conta de que matou o próprio pai). 

Enfim, pra mim, essa dúvida e abertura de interpretação deixa a coisa toda mais intrigante.

Mas e a Vita-Chamber? Bom, a única Vita-Chamber do escritório de Adam estava desativada (não sei porque raios), por isso ele morre de morrer mesmo, e não ressuscita mais. Ou não, né, vai saber o que acontecerá nos próximos jogos? 

Com a morte de Andrew, Atlas revela ser Fontaine. Antes de morrer, Andrew ativa a auto-destruição da cidade (sempre existe um mecanismo como esses não é?). FF pede a Andrew que “gentilmente” desligue o mecanismo de auto-destruição e envia os Splicers para matar Jack. Jack consegue escapar com a ajuda de uma Little Sister enviada por Tenenbaum. Então FF ativa o “Code Yellow” para que Jack morra lentamente. 

No passado, quando Dr. S programou Jack, ele fez também um antídoto que poderia livrar Jack do controle mental (era um mecanismo de segurança, para caso Jack caísse em mãos erradas). Daí então Tenembaum guia você por Rapture para encontrar as duas doses do remédio. 

Agora livre do controle mental, seu coração volta ao normal e Jack precisa se disfarçar como um Big Daddy para que as Little Sisters o guiem por portões exclusivos em Rapture que levarão você até o encontro final com Fontaine. 

Você mata Fontaine (que virou um monstrengo poderoso, entupido de ADAM) e escapa de Rapture com as Little Sisters e vive uma vida feliz. Esse é o final oficial do jogo, mas se você der Harvest em alguma ou em todas Little Sisters, há um final alternativo, onde você passa a ser o chefe de Rapture, e toma todo o ADAM para si. O Bioshock 2 levará em conta o primeiro final. 

Porque você acha o jogo tão bom afinal?

Além do óbvio (armas, poderes) você se sente dentro dessa história toda, especialmente depois que encontra o Andrew Ryan. E a história é contada em partes. Você se sente dentro dela mesmo. Por causa do modo de contar e por causa da ambientação, bem década de 60, por causa dos sons e das vozes, tanto das gravações como das pessoas falando com você pelo rádio. Os gritos dos Splicers são assustadores, e eles gritam o tempo todo, de longe você pode ouví-los. Então o clima de caos e loucura fica no ar 100% do tempo. 

Ufa. Cansei. Bonito, não?


12:00 am, iulo
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selvagem

Eu nem vou falar das coisas óbvias e sensacionais: o Rio de Janeiro é lindo, o bondinho é uma engenhosidade brilhante - não fui no Cristo porque a área onde fica o bondinho já violenta os seus olhos com uma quantidade suficiente de montes verdejantes para uma única viagem. Mas essa ida até lá me trouxe problemas graves: os primos da minha ilustríssima pequena tinham o jogo Rock Band inteiramente disponível para eu jogar. Cara, eu voltei do Rio deprimido. Eu necessito daquele jogo. Para a minha melancolia bruta e sem rumo, a porcaria do game só existe para plataformas de vídeo-game (PS2, PS3, Xbox 360 e Wii). Eu já não sou lá muito fã de video-game como nos tempos da minha infância/adolescência. Portanto, não justifica gastar 1.500 reais para comprar um Xbox, sem falar nas outras centenas de reais necessárias para comprar o Rock Bandem si (outro vídeo aqui). 

Para quem não conhece ou não entendeu, o Rock Band é como o famoso Guitar Hero. Um jogo que simula instrumentos musicais. As faixas coloridas na tela representam as notas/botões que você tem que pressionar para rolar a música. Enquanto o Guitar Hero só possui, obviamente, a guitarra (que é ridícula, por sinal), o Rock Band possui a guitarra, a bateria e um microfone (se você tiver mais uma guitarra, ela ainda pode funcionar como baixo). Mas a grande sensação do jogo, pra mim, é mesmo a bateria. Eu que sempre achei o instrumento algo impossível de tocar para uma pessoa tão sem coordenação motora e noção espacial, chorei só de poder fingir e me iludir que omenino não é tão difícil assim (na verdade é). Enfim, diversão garantida, vontade louca de comprar um só pra mim e a razão me dizendo calma, criança, calma. Bom, agora só resta esperar que saia uma versão do jogo para computador (não faço idéia de porque raios ainda não existe) ou seja, uma versão que não me obrigue a comprar um vídeo-game. Ou não. 

Bom, já que o Rock Band representa um custo muito alto para uma diversão limitada (haja vista que eu não iria utilizar todo o potencial de um Xbox, por exemplo), volto minhas atenções para o surto capitalista anterior: Ipod Touch. Tela de 3.5 polegadas, multi-touch, 32 Gb de memória (flash), suporte a música+vídeo e conexão sem fio. Pequeninas lágrimas percorrem a minha face ao ver e desejar esse objeto multi-tudo e mais um pouco. Imaginar-me viajando, esperando a consulta do médico, indo dormir ou dançando a rumba enquanto assisto aos meus seriados favoritos, me causa um mini-orgasmo psicológico. As lágrimas produzidas discretamente pelos meus olhos são quase tão pequeninas quanto o precinho impraticável: 500 dólares.


12:00 am, iulo
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free time

Eu acho que copiar e colar - prática capitalista, sem vergonha, preguiçosa e anti-ética - a essa altura já deveria ser chamada carinhosamente de copiar e roubar

o o o

Nota: comentários imbecis, genéricos e sem fundamento são sempre (nunca?) bem-vindos. Seja medíocre como bem entender, afinal isto (o país, não o meu blog; diga-se) é uma democracia. Yeah.


12:00 am, iulo
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artificial

Coisa que em alguns momentos me irrita em morar nessa droga desse país é a falta de acesso à tecnologia por um preço justo. Há um tempo atrás eu vi numa matéria que um iPod custa mais caro aqui do que em todos (ou quase todos) os outros países. Não que eu queira essa porcaria, mas é um belo exemplo do absurdo em que vivemos. 

Um bom notebook aqui custa em torno de R$ 3.500,00 (Core 2 Duo, 2GB Ram, 120GB HD). Isso nos fornecedores master secretos e exclusivos da terra do axé. 

Só que um notebook desses não tem uma boa placa de vídeo (que dê pra jogar brutalmente, por exemplo). Ou seja, é o equivalente a uma loira de olhos azuis, seios maravilhosos e uma perna só. Dá pra fazer muita coisa com uma loira maravilhosa de uma perna só, mas não dá pra fazer tudo e alguma hora vai bater uma insatisfação,capisce

Daí você entra nos sites de lojas gringas e vê que o notebook dos seus sonhos custa em torno de U$ 1.200,00. Praticamente um estupro capitalista. Eu fico puto. Demais. Porque nem comprar fora você pode. A amazon.com (uma das maiores lojas virtuais americanas) tem notebooks fenômenais, por preços excelentes. Mas para o Brasil eles só entregam livros, DVD’s e CD’s (que beleza). 

E se você comprar em outra loja no exterior e pedir pra entregar aqui na nossa boa américa latina, os filhos-da-mãe da alfândega vão taxar o bicho em cerca de 60% do seu valor. Melhor, os notebooks lá são mais baratos e muito mais potentes.punks.equipados e sensuais; com a placa de vídeo que você gostaria e sobrando. É praticamente como ter uma loira de 3 pernas equipada com um forno de microondas nas costas. Não que ninguém precise de uma loira de 3 pernas capaz de fazer pipoca em si mesma; mas já imaginou as possibilidades? 

Só me resta ficar puto e fazer força pra nascer de novo em outro país. E vão à merda os nacionalistas inflamados. O Brasil é lindo, as mulheres são lindas, as florestas são lindas, as praias maravilhosas, a língua portuguesa é linda, as índias têm o peito caído e falta um dedo no Lula; mas, tirando a culinária, todas as coisas que eu gosto (tecnologia + música + cinema + etc; ou seja coisas industrializadas e não naturais) custam caro pra caramba nessa terra de belezas primárias. E olhe que eu nem mencionei os custos baixos e velocidades estupendas da internet banda larga lá fora; o preço disso ou de qualquer outro bem de consumo que envolva um processo fabril. 

o o o

Melhor ir à praia celebrar a farta areia que invade o seu traje de banho, calçando suas super-nacionais Havaianas.


12:00 am, iulo
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law & order

Se algum dia questionarem meus dotes informáticos eu vou falar: amigo, eu tenho formação, você quer que eu mostre minha carteira da OAB?

Tá, isso não tem nada a ver com informática. Mas o que me impede de ter uma carteira da OAB? É só pegar a prova, escrever meio mundo de mentiras, exigir o maior ressarcimento possível do acusado, negar a guarda das crianças e cabouoO

Ahnn… deixa eu ficar quieto, antes que me processem. Dizem que advogados se irritam facilmente. Né? 

o o o

Brincadeira, amiguinhos. Eu gosto de advogados. Só não quero ter de tratar, legalmente, 
com nenhum deles em minha vida :D


12:00 am, iulo
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mortal kombat

Ô vida. Cada ser humano deveria ter o direito a um soco diário, gratuito, sem culpa ou repressão, disponível para utilização arbitrária em outro ser humano. Em qualquer parte do corpo e intensidade. 

Cliente é a pior raça que existe. Sistema dá erro, cliente pega aquele dedinho sujo de ficar o dia inteiro coçando as regiões glúteas e o pressiona contra a tecla printscreen. Pega a foto do erro, envia por e-mail pra gente e só falta ter orgamos suínos [não dizem que os porcos chegam aos 30 minutos?, vai saber]. O infeliz ao invés de fechar o sistema, abrir e tentar executar a operação mais uma vez, cruza os braços e fica lá fazendo nada. REINICIE, CARACA.

Se para todo problema que ocorresse num computador, um ser humano reiniciasse a sua máquina ou o programa que está tentando executar, mais da metade dos problemas teriam se resolvido-se a si mesmos com suas próprias resoluções. 

Computador trava por causa do sistema operacional que se perde [esse Windows XP bonitinho do seu pc], por causa de memória com problemas, calor, frio, sujeira, cansaço, constipação e alergia. Você dá uma reiniciada e tudo volta a funcionar [quase] perfeitamente. Não precisa mandar imagem do erro pra gente e dizer que o sistema deu póblema. Nós vamos mandar você reiniciar. Portanto, faça-o por iniciativa própria. Se isso não resolver, tente novamente. Daí sim, você liga pra gente choramingando! 

Baseado nessas alegrias diárias do mundo moderno, lanço com exclusividade nenhuma a campanha reinicie, merda!

Imprima, mande pros seus amiguinhos, mostre pra mamãe, pregue no fundo do carro, use na camisa, chore, sorria. Mas reinicie esta merrrrrdaaaa antes de torrar a minha paciência. Obrigado =] 
_____________ 

Nada a declarar sobre o carnaval. 
Exceto: viva a rede, praia e água de cocô. 
Até quarta, amiguinhos.


12:00 am, iulo
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chill

Onde foi que eu errei? Acho que primeiro pelo curso. Veja a arte: a turma marca festa na casa de algum colega e, ao invés de dar o endereço por escrito como seria comum, o que é que o anfitrião faz? Envia foto da sua casa obtida através do Google Earth pro e-mail de todo mundo. Óbvio! Agora pense numa foto de satélite, milhares de casas num quadrado, ruas, mar, vielas e um ponto dizendo: Casa de Zezinho. Mas que arrrrrtêe, meu filho. Como é que eu vou achar isso? E não é a primeira festa em que isso acontece. Não se dão ao trabalho nem de dizer em que bairro fica aquilo. Salvador é toda mar. Você recebe uma foto de uma casa perto do mar e se pergunta se isso fica no norte ou no sul. Daí desiste e pega o endereço por escrito com os colegas. Lindimais
___________________ 

Nota: a defesa da minha monografia é amanhã! Tra-la-lá!


12:00 am, iulo
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Você entra no Microsoft Word, digita msn com letra minúscula, ele sublinha de vermelho, você clica com o direito e aparece a opção de correção MSN com letra maiúscula. Isso que é integração. Agora digita lá google pra você ver. Por dentro ele deve te xingar. 

-Nerd. 
-Sai seu pré-helênico pseudo corporativista.


12:00 am, iulo
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ryu

Tem dias que eu acordo com voltade de soltar um hadouken. 
Até me vejo ralando o controle pra frente e apertando y

Quem nunca soltou um hadouken que atire a primeira pedra.


12:00 am, iulo
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jaspion

Eu faço um curso de maluco. Essa semana eu estava no corredor conversando com dois colegas, chega um outro, descendente de japônes, baixinho, meio gordinho, meio aéreo, coloca-se na base de luta Neo [Matrix e tal] e simplesmente chuta a parede. Um universitário, humano, bípede, teoricamente possuidor de faculdades mentais adequadas, chuta a parede. Não satisfeito, faz a base de luta e chuta a parede de novo. E ainda uma terceira vez. Eu e os outros colegas sem entender coisa alguma, boquiabertos olhando pro feito. Solenemente, nosso querido colega desprovido de noção afirma: 

-Tá muito lento.
-Hein? 
Tá muito lento meu chute

Claro. Inclusive. Medo.