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fisioterapia


10:07 am, iulo
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fisioterapia 2.0

Esta imagem não é de uma sessão de fisioterapia, mas achei que massagem erótica no suvaco é uma coisa bem instrutiva.

Eu odeio fisioterapia e fisioterapeutas. De 2008 pra cá, já devo ter feito umas 70 sessões. Já falei de médicos ortopedistas muitas vezes, e até citei algumas coisas rápidas acontecidas em sessões de fisioterapia. Mas nunca listei o que me faz detestar a fisioterapia.

Para quem não sabe, eu tenho uma lesão por esforço repetitivo na mão direita (hoje controlada); uma bursite misturada com tendinose no ombro há 2 anos, dores aleatórios no punho direito, uma lesão ainda em investigação no quadril esquerdo e uma dor não diagnosticada no cotovelo direito (mas essa provavelmente tem algo a ver com dor no punho).

Ou seja, eu sou um projeto, uma tentativa de ser-humano que não deu certo. E por isso sempre estou fazendo fisioterapia. E aí vêm os problemas com essa bela prática da medicina:

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12:00 am, iulo
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frescor

Bom, eu estava lá na fisioterapia, em torno das 8h da manhã, com um punhado de tias na meia-idade e eu o único homem na pequenina sala. Óbvio que 6 ou 7 mulheres juntas, cercadas de revistas CarasContigo iriam desandar a falar sobre assuntos totalmente importantes como a separação de Dado Dolabella Luana Piovani. Até que uma das moças, com seus quase 50 anos, conta a todos (eu inevitavelmente incluso) que mora com uma filha e, espirituosamente, relata que gosta de conhecer homens problemáticos (divorciados, com filhos pilantras e etc) para que, o homem em questão, ao chegar perto dela ache que ali há um poço de normalidade (mesmo diante dos seus pequenos defeitos). Ok, foi engraçado e tal, riram-se todos. 

Ela segue dizendo que na casa não há mais espaço para homens, mas somente para si mesma e sua filha, que relacionamento com ela é do portão do condomínio à porta da rua em diante. Que em sua casa ela só anda de camisola e sem calcinha e que durante… - PÁRA TUDO. Oito da manhã, tia. Sério. Não. Outro dia eu vi os seios de Dercy e ainda tenho que ouví-la repetindo que não consegue mais andar de calcinha, que é só a camisola e pronto? E ela contando isso na maior naturalidade, e repetindo, como quem é interrompido numa conversa (muita gente no local) e a retoma de um mesmo ponto, falando novamente e de uma forma diferente o que acabou de se dizer. Baixar a cabeça e se fingir de surdo nessas horas não serve de nada. Eu tenho quase certeza que fiquei invisível. Quase. 

E se eu sonhar com ela e Dercy se amando sem calcinha numa banheiro hoje à noite, nunca mais volto lá. Juro.


12:00 am, iulo
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boobs for iu

Então, eu estava lá na fisioterapia esperando minha vez (a mesma história de sempre: minha mão direita insistindo em se revoltar) - quando pego uma daquelas revistas nobres de fofoca e assuntos importantes em geral. Aí, folheando inocentemente,shazam!, vejo os peitos de Dercy Gonçalves

Nossa. Foi uma experiência… cósmica (e talvez até um pouco mística, dado o calafrio, why not?). O delicioso é que não foi o peitinho da Dercy gatinha, de quando ela era novinha e nem nada disso. Foi o peitinho Dercy versão já-não-pago-entrada-no-buzu. Medonho. Era a foto de um desfile de carnaval em que ela foi destaque. E que destaque. 

Eu tinha nascido quando aquilo aconteceu? Porque eu realmente não me lembro dessa lambança. Daí o meu susto. Nunca mais quero ver o peito de uma velha na minha frente. Só o da Rita Lee.


12:00 am, iulo
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assim

Eu não dei sorte com as [pseudo] fisioteraupetas. Nada belas, e bem lerdas [dava até pra contar uma boa história, mas ia requerer tantos detalhes e voltas para ser entendível, que eu cansei]. Pra melhorar, o indício de LER se estendeu do meu dedo e agora percorre o punho, só que em dor. Logo, tenho evitado diálogos por texto vida afora. 

Pra não passar em branco: em algum post antigo eu reclamei das propagandas dos shampoos da Seda, e hoje me dei conta de que já faz uns dois meses que eu venho utilizando os produtos da marca. Ô, mundo. Além do nome específico do shampoo que eu uso ser rídiculo [Seda, em busca do liso perfeito?! hahahhaha, socorro!] na frente da embalagem vem estampado que o treco contém silicone. Ou seja, agora meu cabelo vai ficar de peitinho duro. 

o o o

Tá, parei.


12:00 am, iulo
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hectares

Médico atualmente dá um ótimo criador de gado. Eu fui num ortopedista sexta-feira. Entro na sala, o cara no telefone, faz sinal preu sentar, nem se dá ao trabalho de apertar a minha mão, desliga o telefone e pergunta o que é que eu tenho. Wonderful

Geralmente eu me irrito com pessoas que enrolam e não vão direto ao ponto. Mas quando se vai num médico, algum problema você tem e no mínimo algum tipo de preocupação. Então você precisa que o cara fale com você direito, seja atencioso, te faça um carinho, bote no colo, coisa e tal. 

Eu só não fiquei mais chateado porque o bandido foi certeiro na identificação do meu problema. Até valeu a pena me sentir uma vaca na fila do abate. Bom, o problema é que há cerca de um mês eu vinha sentindo rigidez no dedo anular da mão direita. Eu não conseguia dobrá-lo corretamente, como se tivesse algo preso na articulação, e na hora de desdobrá-lo o dedo travava. O sintoma era pior pela manhã e ia embora quando eu fazia alguma atividade [academia, carregava compras ou dançava lambada com mamutes albinos]. 

Expliquei isso pro infeliz, ele mandou fazer alguns movimentos, segurando meu dedo, mordeu meu dedo, puxou o dedo, e ficou perguntando: dói? Eu disse que não sentia dor, que era só a rigidez. Aí o porquinho capitalista apertou minha mão, na base do dedo e disse: você está com um carocinho que atrapalha o movimento da polia [palavras dele] do seu dedo. E mandou eu mover o dedo com ele apertando o tal do carocinho. Plim. O dedo ficou como se tivesse nascido de novo. Solta o tal do carocinho, a polia emperra e o dedo fica rígido. 

Não precisa dizer que eu fiquei o resto do dia apertando e soltando a polia, mexendo o dedo e me divertindo vendo como os seres humanos são uma máquina problemática. 

Pior que o rei do gado passou anos estudando e se especializando pra descobrir um treco que eu poderia ter imaginado sozinho em casa, se eu tivesse um pouco mais de curiosidade e tivesse feito o auto-exame de mama no meu dedo. 

Ah, abrindo um colchete: meu problema surgiu porquê eu inventei de mudar a maneira de digitar. Eu digitava rápido e até direitinho, mas não da forma ideal, com os dedos nas teclas corretas e tudo mais. Há uns 3 ou 4 meses, baixei programinhas para praticar digitação, parei no meio do caminho e realmente mudei a forma de digitar. Comecei a usar mais os dedos anulares, só que de uma forma errada. A prova disso é que a ridigez também ocorreu no mesmo dedo da mão esquerda, mas numa intensidade menor [por usá-la menos, claro. o backspace mesmo, passou a ser teclado com o anular da direita, que ficou problemático]. 

Portanto, se você já passou dos 20 e tá tudo bem com sua mão, não invente de mudar a forma como você digita por achar bonito. Você vai ter problemas mentais inteiramente desnecessários e desconfortáveis na sua mão. 

Bom, e agora? Remédio e fisioterapia. Mas aí vem a melhor parte: Bruno Mezenga disse que se eu não ficasse bom, a morróida do meu dedo teria que ser removida. Eu fiz: hein? Ele pegou minha mão, desenhou um risco de 1 ou 2 centímetros com a caneta e disse que faria umaincisãozinha, anestesia local, coisa pouca. Cuma?

Lindimais. Médico fala dessas coisas de cortar e estripar e abrir e doer, assim, como se fosse simples como tomar uma aspirina. Incisãozinha, né? Vamos fazer uma incisãozinha na sua nádega direita, com anestesia local, pra ver se você gosta, seu agricultor descarado. 
______________ 

A coisa boa disso é que rola a esperança de encontrar fisioterapeutas estupidamente lindas e passar 40 minutos de boca aberta, durante as sessões de exercícios dedísticos. Ao menos as fisioteraupetas e aspirantes a tal que eu conheço são bonitas que é uma beleza.