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divagações


09:36 am, iulo
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jazz hands

Domingo a pequena tem apresentação do jazz. Vou entregá-la envergonhada nas mãos da professora, e vou falar coisas embaraçosas como ‘vai doçura, boa sorte!’.

E quando ela ficar com vergonha de subir no palco eu vou dizer: ‘olha lá, suas amiguinhas todas estão vestidas de rinoceronte também, princesa; xeu dar um beijo nessa bochecha, vem cá’.

E irei para a platéia tirar fotos, com a câmera acima da cabeça, quase ajoelhado na minha cadeira, incomodando quem estiver atrás de mim.

E daí vou ficar acotovelando quem sentar do meu lado e direi: ‘a minha é aquela ali, ó. do lado esquerdo. não!, aquela ó, a que tá fazendo um negócio assim. não, a gordinha não, é a que tá do lado da gorda, tá vendo?. hein?, a gorda é sua filha?, ô, que gracinha, linda ela’.


11:15 am, iulo
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coerência?

Acho que uma das melhores coisas que aprendi nesses (poucos?) 26 anos é que é mais importante ser honesto sobre o que eu sinto do que ser coerente.

Por muitas vezes na vida maquiei sentimentos e escondi sensações e opiniões por vergonha de soar incoerente ou de afastar pessoas ou de seja lá qual maluquice se passa na cabeça da gente. Acho que todo mundo tem um pouco disso, de querer a todo custo parecer normal (o que é ser normal afinal?), de querer parecer sempre racional e centrado.

Mas, na boa?, eu mudo de opinião todo dia. Hoje eu gosto de algo, amanhã não gosto. Às vezes eu estou freneticamente empolgado com alguma coisa, no instante seguinte eu estou raivosamente entediado. Tem dias que eu passo a gostar de coisas que odiei a vida inteira. Hoje eu sou de direita, amanhã posso ser esquerda. E me dou o direito à isso, tanto quanto me permito respirar.

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08:26 am, iulo
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prostitutas da ficção x prostitutas da realidade

Parece que a arte de relatar a vida das prostitutas em filmes e novelas vem se intensificando muito nos últimos tempos. De fato, a vida dessas moças é bem curiosa, vide filmes como Uma Linda Mulher e o sucesso dessas personagens nas novelas da Globo.

Eu só acho que há alguma incongruência no que é relatado na ficção (F) versus o que acontece na realidade (R). Vamos ver alguns quesitos e analisá-los sob a luz do sábio senso comum:

Sorriso
F: estonteante
R: faltando dentes

Moradia
F: apartamento próprio adquirido com o suor da sua vagina do seu trabalho
R: por aí, né?

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12:02 pm, iulo
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nextel safadex

Se as empresas fossem pessoas, o que você faria? Eu chamaria a Nextel para bater um papo sério. Começaria assim: Nextel, minha querida, qual é o SEU PROBLEMA?

A Nextel é uma empresa de telefonia móvel. Celulares. E só. Mas as propagandas da empresa envolvem celebridades caminhando em ritmo acelerado enquanto declamam quase-poemas numa atitude passivo-agressiva; e a Nextel espera o quê com isso?, que porque o Fábio Assunção tá andando todo afobado numa floresta nublada, declamando um texto CHATO e divagando sobre ‘liberdade’ eu vou querer ser cliente dela?

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01:04 pm, iulo
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mucosa

Tem uma coisa que me emociona muito, que me deixa com lágrimas nos olhos: sabonete para higiene íntima da mulher.

Quando nascemos, somos mais um no meio da multidão, um pontinho entre bilhões de pessoas. Mas aí vem uma empresa, uma grande corporação, e se preocupa com um aspecto muito pessoal de cada ser. O quê? O pH vaginal!

Sabe? Quem mais se preocuparia com a saúde da sua vagina se não uma empresa dotada de grande coração e alma caridosa?

Eu tenho inveja das mulheres. Todos nós, homens, temos. A gente não tem esse privilégio. Meu sonho de vida era ter um sabonete que deixasse meu pênis macio e bem protegido, um sabonete que se preocupasse com o pH correto das minhas partes íntimas.

No dia que lançarem um produto chamado Pintogyl ou, sei lá, Dermapênis, eu vou comprar caixas. Vou fazer estoque dentro de casa.

E vou comprar também aquele treco que a gente usava nas aulas de ciência para saber se uma substância era básica ou ácida, a fenolftaleína.
Vou medir o pH do meu pinto após cada banho.

Vai ser lindo, eu sabia.


10:10 am, iulo
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índice coca-cola de phinezia

Se você é classe-média e almeja ser phino, eis uma das coisas que precisa fazer: frequentar lugares phinos. Para saber se os lugares para os quais você é convidado são phinos, pergunte ao amigo que te convida: ‘como a coca-cola é servida neste local?’.

De acordo com as respostas, o local terá os seguintes níveis de phinezia (pH):

R: Lá só é servido Frevo-Cola.
pH: 1 ponto (para ser gentil). Atmosfera corrosiva. Corra deste lugar como a banda Restart foge de Skinheads.

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09:18 am, iulo
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em latim, iulus

Segundo a Wikipédia, eu também poderia me chamar Ascânio, que também é um nome bem bonito:

Ascânio, ou Iulo, foi filho dos lendários Eneias e Creúsa (cruzes!) e neto de Anquises. Depois da queda da cidade de Tróia, destruída pelos gregos, chegou à Itália com seu pai Eneias…

Eneias, me lembra Enéas, e é sempre bom ver uma foto dele, não é verdade?

Enéas, o que não era pai de Ascânio.

Seguindo:

Ascânio é conhecido pelos romanos como Iulo (Iulus, em latim), nome que remete a Ilus, um dos reis mais antigos de Tróia e que alguns afirmam ter dado o nome a Ílio, outra denominação de Tróia.

Uma grande família romana, a gens Iulia
(um belo nome para uma filha, também, diga-se), à qual pertenciam Júlio César e o imperador Augusto, faz do filho de Eneias o fundador de sua estirpe. Isso permitia que César e Augusto remontassem sua ascendência até Vênus, mãe de Eneias.

Vênus era minha avó? Eu sempre achei essas histórias mitológicas complicadas (sem falar incestuosas) demais, han?

Bom, se quiser conferir a versão bíblica do nome iulo tem aqui, na II Epístola de Aris aos Juazeirenses. Eu prefiro.


09:48 am, iulo
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iulândia

Outro dia vendi um jogo do PS3 para uma pessoa que mora numa cidade chamada Lucas do Rio Verde (MT). Eu fiquei pensando: quem nasce lá, é o quê? Lucas do Rio Verdense? Luquense? Verde?

Daí fiquei bem feliz com a idéia de um dia ser tão cool que coloquem numa cidade o nome iulo da Montanha Vermelha. Ou iulo dos Céus Azuis. Ou iulo Baiano Sensual, sei lá?


12:00 am, iulo
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nickelback

Há tempos que isso me incomoda. O mundo de hoje é um absurdo. Eu acho absurdo top models ganharem milhões para fazerem… nada. Colocar um biquininho minusculo (ou não colocar nada exibindo peitinhos mais ou menos), andar numa passarela, tirar umas fotos e ganhar filões de reais. Imagine todas as modelos do mundo; o quanto elas não ganham. Agora imagine se elas ganhassem somente o necessário pra comer, moradia, saúde, lazer, etc (sejamos generosos e vamos deixar uns 15 mil doláres por mês pras peruas). Se o restante fosse utilizado, sem roubalheiras, pra ajudar pessoas ou investir no desenvolvimento do país… seria lindo. Outra coisa são os jogadores de futebol. Eu nem sei qual foi a última quantia que eu vi o Ronaldo (ou os Ronaldos) ganharem, mas é outra devassidão. Eu acho válido uma pessoa ficar rico vendendo produtos ou provendo serviços que realmente sejam necessidade das pessoas. Apesar do Bill Gates ter 40 bilhões ser uma calamidade. Eu não sou contra o enriquecimento das pessoas. Sou contra o enriquecimento absurdo e sem porque enquanto tanta gente tá aí sofrendo. Sem porque, sim. Me dizer que a Gisele Bundchen é uma vendedora da própria imagem e que esperta é ela? Non, non, non. Futilidade e ponto. E eu até gosto dela, afinal, é brazuca. Mas…

Eu fico pensando, se a sociedade não tivesse evoluído tanto, será que eu teria emprego? Eu mesmo me considero um fruto egoísta desse capitalismo porquinho. Ninguém nunca precisou de um computador. Até que Pascal resolveu ajudar o pai dele lá com uma maquininha de computar. Mas todos nós viveríamos muito bem sem eu estar aqui escrevendo essas baboseiras e vocês acessando o pc para lê-las. 

As evoluções da medicina, sim, devem ter sido necessárias. Apesar do bando de doenças que surgiram com as inventividades. A melhoria nas técnicas de agricultura também, pra sustentar essa tal população mundial que só sabe crescer. E a partir dessas evoluções, acho que se justifica todo o resto. Melhorias de comunicação, de sistemas, de estoque, de transporte; pra atender toda a parafernalha mundial. Daí, por exemplo, criam-se empresas que vendem comunicação para se falar com os lugares mais longínquos. Empresas que vendem sistemas para ampararem empresas de comunicação. Empresas que vendem sistemas que permitem que novos sistemas sejam feitos para amparerem outras novas empresas. Lei para sustentar toda essa bagunça. Advogados pra fingirem que a respeitam e a regulam. Teraupetas e psicológos pra aguentarem as doenças emocionais surgidos no meio disso tudo. 

É uma angústia só. 

Vá lá também: gastar-se 500 milhões (chute total) para construir uma plataforma marítima que permita a prospecção em águas profundas, para se extrair a gororoba preta, alimentar aviões e caminhões que vão permitir que o rango plantado aqui seja levado aí pra você comer; em qualquer canto do país. Mas… e pagar 50 milhões num quadro? Eu acho lindo, e adoraria ter um Picasso na parede do meu quarto. Admiro o cara pra caramba. Mas 50 milhões, people? 

Apesar do chamativo desnecessário anti-tecnologia, no fundo, no fundo, todo o resto da máquina global se explica. A minha e a sua profissão; de gente normal. Mas ganhar milhões pra fazer coisa alguma ou pra vender coisas sem utilidade prática? [sem entrar nos méritos subjetivos da arte, cultura e new things] No way. 

Quem paga preu mostrar meu peitinho?


12:00 am, iulo
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peace and love

Eu não sei, não. Essa sociedade moderninha com esse negócio de paz e amor. Eu nunca mais vi ninguém brigar. Não que eu seja a favor da discórdia. Mas algum amigo seu vem falar que conversou com alguém e você fica naquela expectativa de que tenha rolado uma discussãozinha, e nada. Nem uma ironia, nem uma xingada de mãe, nada. Todo mundo civilizado, expondo seus problemas com calma e racionalidade. Ninguém enfia o dedo no olho de ninguém. Ninguém fala alto. De briga mesmo só minha mãe que vem pegar em meu pé por que eu não levei o cachorro na rua. Eu não tenho nem arranjado ninguém pra brigar. Você fala umas coisas meio absurdas pras pessoas e elas levam na esportiva, dão uma risadinha, fingem que não é com elas. 

O pior é que minha vizinha (pré)-adolescente [deve ter tido sua menarca por ter comido muito frango] tá ouvindo tati-quebra-barraco desde ontem, nas alturas. 

Por sinal, frango hoje em dia tá um absurdo. Além de tomar bomba pra crescer rápido, fica gripado. Quando aparecer um marombado lá na academia com gripe, vou logo dar a idéia de que foi a bomba. Será que assim alguém se ofende e rola briga?


12:00 am, iulo
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soja

Eu gostaria de saber que raios é uma soja. Eu nunca vi soja em minha vida. Mas eu sei que há centas coisas feitas de soja. Eu sei que soja é um vegetal, certo? Então que desgrama é carne de soja? Carne. De soja. Chega a ser frustrante. Me vem na cabeça um nugget com farinha láctea dentro. Por sinal, ô nomezinho. Via láctea. Farinha. Do pó viemos, ao pó voltaremos. Afinal todo o cosmo não passa de uma farinha que a Nestlé quer vender em lata. 

Voltando à anomalia. Seria a soja uma vaca? Pq tem gente que só toma leite de soja. Eu só tomo leite de vaca. Tetas. Como o leite de soja é preparado? A soja é colocada num grande recipiente e pisado por mulheres com vestidos estranhos e bochechas vermelhas, até que saia um líquido branco? Ou será que a soja possui pequenas tetinhas? Será isso artimanha do governo para nos ludibriar? Ó céus. 

Eu conheço óleo de soja; que tem ali na cozinha. Mas veja você, de uma coisa que se tira carne, leite e óleo de uma só vez, bom não deve ser. Eu fico intrigado com essas coisas. Quero ir numa plantação de soja. Mas pode ser que elas me mordam e eu tenho medo. Pior que o país vende essa coisa adoidado mundo afora. É um absurdo, milhares de pessoas comprando soja pra fazer leite, e pão, e carne, ao mesmo tempo. Deve haver mais coisa feita de soja e eu não sei. 

=O Gente de Soja! É isso! Estão clonando criancinhas em algum país asiático e elas são feitas de soja! Socorro! Salve-se quem puder!


12:00 am, iulo
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vassoura

Sala de estar. Bem, a sala de estar é uma sala de… err… estar, ué. A vida tem disso. Você passa seus dias ouvindo certas coisas e não se dá conta do sentido delas. Então. Considerando que você é uma pessoa abastada e que em sua casa haverá muitos cômodos, incluindo a sala de estar, pq não se pensar numa sala de ir? Imagine que lindo, todos almoçando, aquela coisa maravilhosa em torno da mesa. Suas visitas elogiando a comida que não foi a sua esposa que fez. Besteira vai, besteira vem. Sobremesa, a conversa continua. E de repente [não mais que de repente; que fique bem claro], você fica de saco cheio e simplesmente não quer continuar aquela ritual burguês de socialização. Suas visitas não se tocam pro fato e você, sutilmente, com um sorriso enorme, convida-as: 

-Vamos à sala de ir

Sala de ir? Claro, a sala de ir. Ir embora. Todos se dirigem a ela. Não há nada. Não há cadeiras. As paredes pintadas com uma cor desagradável [roxo, talvez]. Não há tevê. Não há cafézinho. Nada. Só o nada e o roxo. Depois disso você abre mais uma vez o sorriso, dessa vez refletindo a cor da sala, inicia aquele ritual místico de despedida [incluindo o dê notícias e o apareça lá em casa], encaminha-os até porta e… pronto. Coisa mais linda. Suas visistas ainda saem de lá comentando sua boa educação e cortesia. 

-Viu, amor? Fomos convidados para a sala de ir. 
-É, nunca tinha estado em uma sala de ir antes. Gente fina é outra coisa. 

Ou ainda poderia haver uma sala de estar por 15 minutos. Ou menos. 

-Pessoal vamos para a sala de estar por 15 minutos? [Banquinhos bem altos e uma mesa de centro baixinha, paredes pintadas em tons pastéis] 

Passado o tempo, caso as visitas não se dêem conta, elas podem ser convidadas para a sala de ir. Ou para sala de estar por 5 minutos.

Pessoas, eco.


12:00 am, iulo
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Eu queria escrever que nem o Veríssimo. E ser lindo que nem o Brad Pitt. Mas se eu fosse lindo que nem o Brad Pitt, 3/4 do trabalho de escrever me seria poupado. E eu sempre quis morar num quarto e sala.


12:00 am, iulo
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As pessoas têm essa coisa de amarem a racionalidade. Sempre discutindo acerca das idéias racionais que lhes permeiam a mente. Ou então comentando: “O Godofredo! Ah, o Godofredo é um explosivo, nervoso de uma figa”. Às farpas com a racionalidade. E se me vier com essa história de viva a razão, a criança de 5 anos que vivia dentro de mim dirá: Meu pinto! 

Tá a criança ainda vive. Na verdade é ela que ainda tem o hábito de dar petelecos nas pessoas e ficar com água na boca quando vê a propaganda do danoninho. 

O fato é que eu prefiro a emoção. As pessoas deveriam respeitar e valorizar mais aquela vontade insana de rasgar a camisa começando assim do peito, de gritar os cachorros com um gaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh, de arrancar folhas de livros com os dentes e cuspí-las ao ar. De entortar colheres enquanto se conta até 10 sorrindo pros convidados. 

As pessoas vivem criticando o Lula, pedindo-lhe que seja razoável e moderado. E ainda o acusam de ter ficado inebriado com o poder. Mas vejamos aquela historinha do homem ter 21 dedos. Se ele perde um, qualquer um deles que seja, não somente [apesar de principalmente] o vigésimo primeiro, deve haver alguma revolução nos pensamentos do indíviduo. 

Se alguns acham que carros são prolongamentos dos próprios pintos [na verdade costumam-se apresentar em somente uma unidade, mas esses tempos modernos de metrosexualidade, genética, Wanessa Camargo e Felipe Dylon, vai saber], que é que tem o pobre do Lula achar que o Brasil é o prolongamento do seu dedo mínimo perdido e órfão? Lógico. Deixa o pobrezinho ficar por aí passeando pelo países mostrando seu dedo inexistente [o Brasil] pro líderes mundiais. Você acha mesmo que o Lula vai pra outros países cuidar de política? Ele vai é mostrar o dedinho pros seus amiguinhos mais ricos. E pobres também. Pobre Lula. 

O fato é que a racionalidade cansa. Aquela coisa éterea de ficar discutindo banalidades num tom semi-sério, medindo palavras. Bom mesmo é fazer sujeira. Perder o sentido. Entrar naquela coisa infantil de xingar o outro de cabeça de tornozelomolusco rabiscantesexagenária bêbada. Subir na mesa e chamar o garçom anão pra cair na mão. 

Bom mesmo é a emoção.


12:00 am, iulo
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É declarado inimigo da humanidade toda e qualquer pessoa que me impeça de andar de cueca pela casa.