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Filmes


12:00 am, iulo
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esse cheiro vem de você

Dia desses eu assisti ao filme O cheiro do ralo. É bem mais ou menos (trailer aqui). 

O filme tem uma bunda e tal. Ter a bunda deveria tornar o filme bom, mesmo com uma história um tanto sem nexo. Mas nem. Por sinal, para quem assiste Dexter, a dona da bunda não é igual àquela morena do grupo de apoio com quem o Dexter se envolve na segunda temporada, a Lila

Então. O Selton Mello também deveria tornar o filme muito bom. Mas também não. A idéia do filme é boa, mas, ao meu ver, a execução poderia ser bem melhor. Mas como toda a história é baseada no livro de mesmo nome, acho que não tinha como ser muito diferente. 

O que mais me impressionou é que depois eu fui procurar no google os comentários maldosos e xingativos à respeito da película, mas também não. Todo mundo elogiando o filme e dizendo como é maravilhoso, nossa que genial. Eu diria que o filme é bonzinho e que dá pra rir do Selton (tirei o sobrenome porque ele é meu amigo de infância). Eu não sirvo pra ser cult. E ainda insisto em tentar ver filme nacional. 

o o o

Seria excelente se o filme chamasse O Cheiro da rola.


12:00 am, iulo
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twilight

Digam o que quiserem. Que tenho hemorróidas, que eu deveria estar lendo os grandes escritores americanos com seus belos títulos de livros (isso não é uma ironia); que eu sou uma moça e uso sutiã (?). O fato é que eu estou gostando bastante do livroCrepúsculo (Stephenie Meyer). Digam que é bobo, digam que é uma história ridícula sobre vampiros e adolescentes; mas eu assisti ao filme e comprar o livro após alguns dias foi a sequência natural (na verdade, minha pequena que comprou pra gente); mesmo achando que poderia ser entendiante reler uma história que já possuía início, meio e fim em minha cabeça. 

De qualquer forma, estou gostando muito e já encomendei o segundo da série (Lua Nova) mesmo antes de terminar o primeiro. Hei de ganhar um desconto por esse meu novo entusiamo. É que apesar de ter lido bastante ano passado, li muitos manuais, sobre investir dinheiro, por exemplo; e pouquíssimos romances. Então havia esquecido como é bom entrar no universo de outra pessoa, ler descrições detalhadas sobre coisas aparentemente não importantes como a cor amarela do armário da cozinha. E, contrariando minhas expectativas, assistir ao filme antes tornou a leitura mais prazerosa, já que (apesar das diferenças na história entre o livro e o filme), as cenas do filme representavam perfeitamente - em formas e cores - tudo que a autora colocou em palavras. As casas, as ruas, os personagens, o clima, a vegetação etc. Conta pontos também o fato de o livro ser imensamente mais rico em detalhes e cenas, o que prende em muito a sua atenção. 

Outro desconto que mereço é que a cidade onde se passa a história é nublada, gélida e extremamente chuvosa. E quem me conhece sabe que amo chuva mais que qualquer outra variação climática. Chuva e frio. Portanto, mais do que a história, o romance e a fantasia, ler o livro me embriaga porque instantaneamente me transporta para o tipo de cidade torrencialmente gelada em que eu gostaria de viver – em oposição a esse calor suado que faz na minha bela e escaldante terra. 

o o o

Outra, assistir ao filme me fez descobrir Radiohead. Por mais que esse nome seja conhecido por mim há anos, eu tenho preconceito contra bandas mais antigas e nunca me interessei por essa em especial. Mas a música que toca nos créditos finais do filme é deles, e é excelente. Uma bateria a la Bloc Party sempre me chama atenção. Quando descobri (google?), era Radiohead. E todo o álbum do qual aquela música faz parte é bom. Por sinal, o álbum é aquele que eles lançaram em 2007 e que durante um tempo você podia baixar no site deles pagando o quanto quisesse (inclusive nada): In Rainbows. A música a que me referi chama-se 15 Step. O que é de graça às vezespresta.


12:00 am, iulo
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black & white

Coisas divertidas para não se fazer no sabádo: ir ao cinema assistir filmes desconhecidos. O Cinemark tem uma promoção diária, onde a sessão das 15h custa 4 reais a inteira (para um filme escolhido por eles). Chego lá às 14h50, pergunto qual é a promoção do dia e o rapaz me responde: Sombras. Ok. E é o quê, drama, comédia? Drama. Beleza. Tem sinopse preu dar uma lida? Não. Tudo bem, 4 reais.. posso pelo menos dormir lá dentro. 

Eu e minha companheira de aventuras do dia, Nay, compramos os ingressos, passamos pela porta e o cartaz com fundo branco e letras escuras dizia: Sombras. O primeiro filme de… Paro e penso: primeiro filme?, fudeu. Adentramos o recinto e de repente, oi?, começa a passar uma porcaria em preto e branco. Mas nada daquele p&b bonito, estilizado. Era aquele p&b ruim, velho, feio. Arcaico. Som abafado, trilha sonora do tempo que meu avô era gatinho. Letras enormes. 

Passados 5 minutos de diálogos insuportáveis, atento para o fato de que a legenda está em português de portugal. Compreensível. Irritante, mas inteiramente compreensível. É aí então que vejo a luz no fim do túnel: vou obter meu dinheiro de volta. Saímos. Do lado de fora encontramos uma perua que devia ser a gerente (arrumada, usava somente um crachá que me permitiu identificá-la como funcionária): oi, eu quero meu dinheiro de volta. A legenda está em português de portugal e isso não foi informado em lugar nenhum. Penso comigo - ninguém avisou também que o filme era chato, sujo, velho e em preto e branco, obrigado

Já pronto para uma briga, sou desarmado. A mulher responde presunçosamente: pois não, o gerente está te aguardando na bilheteria. Vou até o local, explico o meu caso, assino uns papéis, justifico a minha pseudo-revolta no tom mais sério possível, a atendente ri enquanto passa as informações para o gerente do outro lado do vidro e tenho lá os meus trocados de volta. Felizmente convertidos num Top Sundae. 

Nunca mais.


12:00 am, iulo
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goku

Vou abrir mais um parêntese na sessão descarrego pra falar de um tema excepcional para a vida humana: a dificuldade em decidir entre assistir ou não um filme japônes/chinês. Antes de falar sobre, eu peço desculpas por misturar chinês com japônes. Eu não gostaria que disessem que baiano é igual a pernambucano ou qualquer outro povo do nordeste. Mas é fogo, porque pra mim chinês e japônes é tudo igual. E pronto. Falando dos filmes, de uma maneira geral eu adoro pacas os filmes de guerra feitos pelos povos olhos de puxados. Isso começou com O Tigre e o Dragão, que é fenômenal. Depois, do mesmo diretor, veio Herói e O Clã das Adagas Voadoras. Eu gosto dos estilos de luta, dos efeitos especiais, das cores. Desgosto um pouco das histórias meio gays, e da força excessiva da tradição que rege vários aspectos do enredo. Mas eles são muito bons. O problema é: agora estão proliferando-se milhares de filmes japoneses/chineses pelas locadoras. Eu assisto aos trailers e até vejo alguns muito bons. Mas a maioria tem sido um lixo. Absurdamente incrível. Pra mim isso tem sido um problema sem fim. Eu não resisto ver a um filme dessa linha na prateleira e não alugar. Quando coloco no DVD pra assistir, uma porcaria. Efeitos especiais rídiculos, história mongóis, diálogos irritantes. Uma frustração indescrítivel. Acontece que no meio dessas tantas porcarias você encontra filmes muito bons. Por exemplo, Shinobi - A batalha final. Se você gosta do estilo, ignore o nome rídiculo, alugue e chore. Efeitos especiais monstruosos, ótima história, belos cenários e lutas extremamente bem ensaiadas. Mas pra você encontrar 1 filme bom, tem de arriscar entre 900 filmes ruins. Especialmente os de luta tipo kickbox, onde eles pegam o mesmo ator, fazem 47 filmes iguais, no enredo básico: mocinho lutador, mas pacífico -> fazem algo de mal com ele -> fica nervosinho -> sai matando todo mundo -> não come ninguém -> acaba o filme. Ecati. O último porém é que, apesar dos trailers de alguns denunciarem que serão muito bons, quem disse que você grava o nome? Tem um que faz meses que eu vi o trailer, mas não lembro o nome e nem encontro nenhum capa na locadora que me remeta ao mísero resumo assistido há tanto tempo. Isso é que me irrita no capitalismo. Eu tenho certeza de que se eu argumentasse com os [ir]responsáveis pela divulgação dos filmes, eles melhorariam muito todo o processo. E eu assistiria muito mais filmes de qualidade. Infelizmente eu não tenho acesso ao dono da locadora, quem dirá aos bam-bam-bams da selvageria? Droga. o o o À merda.


12:00 am, iulo
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mr. unhappy

No fim do filme Antes do Pôr-do-Sol, Julie Delpy (Celine) toca e canta uma valsinha pro Ethan Hawk (Jesse). Se você não assitiu ao filme, recomendo que alugue Antes do Amanhecer eAntes do Pôr-do-Sol, assista aos dois, um atrás do outro, e fique desiludido da vida. Os filmes são de deixar gente boba num estado de melancolia pseudo-alternativa. Anyway

Bom, no segundo filme você vai achar ruim o fato da Julie Delpy - Celine - ter se tornado uma pessoa boca suja e obscena. Mas diante da beleza do primeiro filme você acaba esquecendo tudo isso. No fim então, você até esquece que numa cena ela dá dedo pro cara. O fato é que, depois de ter visto a última cena umas 6 vezes, você vai procurar sobre a tal valsinha na internet e de repente encontra o arquivo em mp3 pra baixar. A música chama-se Waltz For a Night. Mas quando você ouve, acha estranho o fato de, além da voz e violão que aparecem no filme, haver um teclado com um efeito biba ou seja lá o que for aquilo. E de repente, você descobre que a loira-artista-romântica-com-cara-de-quem-acabou-de-acordar foi quem realmente gravou a música, e que ela possui outras. 

De lá pra cá eu baixei quase o CD todo (se me perguntarem, não sei de nada). Eu fiquei naquela expectativa de ouvir mais músicas bonitinhas, mas a mulher é completamente louca e transtornada e apaixonada. Apesar de existirem outras músicas românticas no CD, em algumas ela xinga, grita, manda o cara pra lugares legais. Nem de longe soa como aquelas bandas gringas que falam de qualquer porqueira achando que tá tudo bonito; que nem o Jota Quest aqui no Brasil [o amorrrrr teeeeem saboo-ôoo-ooo-or pra quem be-be a sua áaaguaa, não né; faça-me o favor]. 

Apesar de tudo, da raiva, do mau humor, ela fala de amor muito bem; bonito e honesto e louco ao mesmo tempo. Algumas horas ela se acalma, outras ela fica deprimida. Depois ela grita de novo. É uma beleza. Ouça. E não me conte seus problemas. 
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Ela é francesa. Algumas músicas, e trechos de música, ela canta em francês. Entendo nada, mas é lindimais.


12:00 am, iulo
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superman

Se você não assistiu ao filme, não leia o restante. 

Mas tá. Como é que a Lois teve um filho do bonitão se ele é completamente agreste por inteiro? Na hora final do vamos ver não seria equivalente a tomar um tiro de canhão na vagina?

Eu hein.


12:00 am, iulo
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rainha do deserto

Assim, eu acho que aquela velha descarada do Titanic devia tropeçar, bater a cabeça no batente do barco, abrir uma fenda na testa, sangrar loucamente e agonizar por uns 20 minutos, se afogando no próprio sangue, sem que ninguém a ajudasse. Até morrer, obviamente. Isso pouco antes dela jogar o diamante monstro no oceano. Filme rídiculo. O pobre do Jack não deveria morrer [até hoje eu me emociono], e aquela velha safada não devia jogar o diamante no mar. Tá. Que o Jack morresse. Mas salvassem o diamante. 

Desperdício me dói até no cinema. Eu sou do tipo que assiste filme de ação me contorcendo com o tanto de armas e balas que os mocinhos e vilões deixam pra trás. Pior, quando se trata de assaltos. Os caras conseguem pegar com muito sacrífico duas sacolas de dinheiro e a terceira fica lá no chão por causa de pressa, políciais, um tiro no braço ou uma mera facada na perna. Tsc, são uns fracos mesmo. Por isso, todos devem morrer dolorosamente. E ainda serem chutados no fim. 

Vocês já viram aquele filme em que aquela loira… errrmm, como é o nome dela?, Jodie Foster, fica preso naquele quarto do pânico? Durh, tio Google me disse que esse é o nome do filme: O quarto do pânico. Mas tá, no fim do filme o cara ia ser preso e se vê obrigado a jogar pelo ar os títulos que valiam o dinheiro pelo qual ele tanto se esforçou [eufemismo?]. Dá uma tristeza.
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Coisa que irrita mesmo é a tradução dos nomes dos filmes do inglês para o português. É tanta aberração que faça-me o favor.


12:00 am, iulo
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rambo

Eu queria saber por que tanto super-herói usa cueca por cima da calça. Eu até entendo que o primeiro deles tenha sido criado assim, vai que o cara não tinha muita inspiração ou simplesmente fazia isso quando criança e quis reviver o hábito na sua criação. Mas por que essa arte se tornou uma tendência? Uma porrada sem fim de super-poderosos faz uso dessa coisa bonita. Superman [rídiculo], Wolverine [biba enrustida], Batman [esse, mais fashion que os outros, usa a cueca no mesmo tom da calça], Robin, Ciclope, Capitão América, Capitão Codorna [esse pode, além do cinto na cabeça]. Esqueci de quais? 

Ainda bem que agora eles estão passando por uma remodelada nos cinemas. Apesar de quê, a moda hoje em dia é super-herói usar roupa apertadinha de couro ou algum apetrecho de couro brilhando. Neo [bibona], Trinity e cia; Celine de Anjos da Noite [perfeição], Blade [foi molestado por um vampiro quando era criança, cresceu e ficou louca] e por aí vai. 
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Ultra-Violeta: filme ridículo, tanto efeito especial forçado e sem cabimento. Filmagem exagerada feito uma velha de botox. Mas que barriga é aquela? Shoot.


12:00 am, iulo
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dvd & cine

Efeito Borboleta 2: não é como o primeiro. Tem menos voltas no tempo. Cenas de sexo em excesso. Violência gratuita. E a Lois Lane de SmallVille. Ou seja, um ótimo filme.

O Código da Vinci: história absurda. Mas intrigantemente bem contada. Metade da graça está na Audrey Tautou, de cabelo grande, falando inglês com aquele sotaque francês delicioso, e com aquele sorriso embriagante.