Esta imagem não é de uma sessão de fisioterapia, mas achei que massagem erótica no suvaco é uma coisa bem instrutiva.
Eu odeio fisioterapia e fisioterapeutas. De 2008 pra cá, já devo ter feito umas 70 sessões. Já falei de médicos ortopedistas muitas vezes, e até citei algumas coisas rápidas acontecidas em sessões de fisioterapia. Mas nunca listei o que me faz detestar a fisioterapia.
Para quem não sabe, eu tenho uma lesão por esforço repetitivo na mão direita (hoje controlada); uma bursite misturada com tendinose no ombro há 2 anos, dores aleatórios no punho direito, uma lesão ainda em investigação no quadril esquerdo e uma dor não diagnosticada no cotovelo direito (mas essa provavelmente tem algo a ver com dor no punho).
Ou seja, eu sou um projeto, uma tentativa de ser-humano que não deu certo. E por isso sempre estou fazendo fisioterapia. E aí vêm os problemas com essa bela prática da medicina:

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Num dia de dezembro, lá em Belo Horizonte com a pequena e os amigos mineiros, fomos na feira do Mineirinho. No andar de cima tinha um rapaz que vendia uns quadros.
Num canto, encostada na parede havia uma pilha de quadros retangulares, compridos, com umas coisas de metal no meio da tela. Eram bonitos, mas eram todos muito parecidos, com alguma variação somente na distribuição dos tons pastéis.
Percebendo que olhávamos para essa pilha em especial, o todo bonito vendedor fez um ar de super-entendido-de-todos-os-assuntos-do-universo (sério, queria muito que vocês vissem o ar daquela pessoa) e começou uma bateria de perguntas:
- O quadro é para qual cômodo da casa?
- Qual é a cor do seu chão?
- Qual é a cor da sua parede?
- Qual é a cor da sua mesa?
- Qual é a cor do lado de dentro do seu estômago?
Minha amiga, sem escolha, respondeu as perguntas. O cara virou-se para a pilha de quadros e começou um pequeno ritual:
*Foi passando os quadros como quem folheia uma lista telefônica.
*Parou num quadro igual a todos os outros.
*Segurando o quadro e como se as palavras saíssem da boca de Gandalf, O Branco, proferiu: ‘Esse aqui’.
*Continuou segurando o quadro, com cara de comedor que tá impressionando as gatinhas na balada.
[ ! ]
O detalhe, já não bastasse o constrangimento daquele momento, é que minha amiga já tinha ido lá antes e o cara fez as mesmas perguntas e a mesma pseudo-seleção com ar de contemplem-pois-sou-arquiteto-pirocudo-formado-em-harvard.
Eu fico imaginando quantas coisas aconteceram na vida desse rapaz para ele acreditar que essa é uma técnica super avançada de venda e convencimento. Se a gente respondesse que o quadro era para o banheiro de chão rosa com paredes verdes ele teria apontado para o mesmo quadro.
Eu prefiro acreditar que ele estava trollando conosco e saiu de lá para beber com os amigos e caçoar da gente numa mesa de bar.

(via)

Não deixe de conferir aqui o que as exclamações dizem sobre você!!!!!1
Filha, serás bonita, rica e talentosa no axé. Mas, para contrabalancear o impecável torneado de suas pernas, estragarás várias músicas gringas cantando versões toscas delas. — O Criador, para Cláudia Leitte
Pequenas crianças, viajo amanhã, passarei uma semana de férias em Belo Horizonte fazendo coisa nenhuma. Portanto, não haverá novos posts até o ano que vem!
Então bla bla bla de fim de ano para todos vocês, guardem chocotone pra mim e peguem leve na coca-cola :D
Ah, não atualizarei o blog, mas estarei no Twitter fazendo comentários odiosos sobre o natal, o fim de ano e a imbecilidade das pessoas (incluída aí, a minha própria), sigam-me!: @iuloduarte.
Até janeiro!

Sinto ódio eterno de pessoas que não gostam de falar ao telefone. E que demonstram isso claramente. Acho que todo mundo conhece uma pessoa muito legal de se conviver, mas que é insuportável ao celular.
Eu não gosto de telefone, é chato, eu sei. Mas não deixo transparecer isso! Ao menos tento…
O triste de falar com as pessoas que são assim é que mesmo que você saiba racionalmente que aquela pessoa não gosta de falar ao telefone, você liga para ela, ela te atende com aquele bafo de frieza do himalaia, alternando com doses de patadas parciais e pequenas rudezas; e daí você emocionalmente fica todo desconfiado, se perguntando o que fez de errado para aquela pessoa te tratar daquele jeito; afinal, você é tão legal com ela, porque ela te retribui daquela maneira? Por que? POR QUE? POR QUE DEEUS? EU GOSTO TANTO DESSA PESSOA! DEEEEEEEUS!
Aí quando você finalmente consegue sair dessa espiral de questionamentos infundados e frustração, você se recorda que a culpa é da pessoa idiota que está lhe tratando mal do outro lado da linha e fica com ódio.
Então você pensa: NUNCA MAIS ligo para essa pessoa. Mas aí a pessoa liga pra você e tudo vai ser diferente; ela vai te tratar bem e ser um amor, né? NOT. Essas pessoas são sempre insuportáveis ao telefone, sejam elas as receptoras ou originadoras da ligação. O que importa é desferir golpes de indiferença e kung-fu vocal.
Tenho certeza que elas ficam em casa entediadas e pensam: vou ligar para um amigo e torturá-lo ao telefone!
Por isso alguns amigos me ligam, eu contenho a minha alegria e falo: O QUE É, VIADO? Apesar de por dentro estar saltitando feito cachorro quando o dono chega em casa, sabe?, mas fico ali, SOFRENDO, trincando os dentes e escondendo sentimentos________________ (complete essa frase com trechos de alguma música brega).
Digam aí?, tem coisa mais odiosa que você ligar para alguém e a pessoa ficar falando: ‘tá, ran, hum, tá bom, certo, ok, falou’ ?
Malditos.

Estive pensando. Alguns homens fazem um escândalo danado a respeito do exame de próstata. Alguns sequer cogitam submeter-se. Outros fazem, contam para todos e criam mil piadocas sobre.
Mas o que ninguém pensa é como os médicos do dedo grande se sentem sobre isso. Quero dizer, é ruim ter o seu samba-reggae bulinado anualmente, claro.
Mas pensa no médico que passa todos os dias da sua vida fazendo fio-terra em um monte de marmanjo? E nem venham com piadinhas homofóbicas afirmar que se o médico for gay ele vai gostar. Até parece que ginecologistas heterossexuais vivem em êxtase constante por passar o dia todo observando vaginas de todas as modalidades.
Então imagina o tanto de buraco negro deplorável que um proctologista precisa lidar? Eu imaginei e me senti feliz pela minha profissão.
Em solidariedade a esses profissionais, corajosos desbravadores das matas ao sul, este post é dedicado a vocês. E como forma de agradecimento, todos os meus leitores mandam pensamentos positivos para que a partir deste dia, todos os ânus que encontrarem sejam sedosos e brilhantes.
Um brinde.
(via)

Quando é sexta-feira à noite, e sua mulher teve que ir trabalhar, você passa por essas fases de tédio:
19h30
Tudo bem, vou aproveitar a noite para ler um livro, ouvir música, apreciar a boa e velha tranquilidade.
20h05
Está um pouco chato, mas nada que um seriado legal não possa resolver.
21h30
Não aguento mais ver seriados.
22h00
Vou conversar com algum amigo na internet.
22h05
Não tem ninguém na internet ou quem ainda está on-line, está se arrumando para sair.
22h06
Eu me pergunto o que as pessoas estão fazenda na sexta à noite, depois de ter trabalhado tanto a semana inteira, elas não deveriam estar em casa descansando? Quero dizer, eu mal aguento sair de casa hoje!
22h15
Estou rancoroso e mal-humorado, alfinetando pessoas no Twitter e falando coisas sem sentido (e ninguém está lendo).
22h26
DEUS, POR QUE EU TENHO QUE PASSAR UMA NOITE TÃO CHATA? POR QUEEEEEE DEEEEEUS?
23h00
Negação: isso é tudo bobagem, eu estou muito bem aqui lendo o meu livro sozinho; ler é ótimo, ler é mágico, os livros são meus amigos.
23h20
Aceitação: tudo bem, foi só uma noite, vou dormir, amanhã estarei bem.
23h23
Vou para a cama, tenho insônia, volto para o primeiro estágio e repito tudo semi-infinitamente até as 04h da manhã, quando o sono finalmente chega.
Cumpadi, via @segureotchan.